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História

A força da modernidade tornou imperioso o enriquecimento patrimonial do FC Porto, dotando-o de um estádio moderno, funcional, mais cómodo e melhor ajustado às exigências do futebol ao mais alto nível e da excelência indissociável do historial portista. A realização do Euro 2004 proporcionou a mudança do Estádio das Antas e o Dragão, obra da autoria do arquiteto Manuel Salgado, nasceu, localizado um pouco abaixo daquele que, com respeito pelo passado e orgulho no presente, substituiu enquanto palco da distinção azul e branca.

O Dragão tem capacidade para 50.033 espetadores e é dotado de valências únicas que, enriquecidas pela colocação de espaços verdes e pela reestruturação das vias anexas ao complexo desportivo, residencial e comercial, materializam uma nova centralidade no Porto. O Dragão afirma-se como ponto de referência desportivo e cultural da cidade e da região.

A cerimónia inaugural ocorreu a 16 de novembro de 2003, tendo como instante maior o encontro particular entre o FC Porto e o convidado de honra FC Barcelona, que terminou com vitória azul e branca por 2-0 (golos de Derlei e Hugo Almeida). Posteriormente, o Estádio do Dragão acolheu o jogo de abertura do Euro 2004, discutido entre as selecções de Portugal e da Grécia, e foi palco da deslumbrante caminhada portista rumo à conquista da Europa, na época 2003/04.

Já foi palco de concertos dos Rolling Stones, Coldplay, Muse e One Direction e de eventos com a Race of Champions.

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