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1  Casillas

2  Maxi Pereira

28  Felipe (35')

5  Marcano

13  Alex Telles

22  Danilo

30  Óliver

16  Herrera (c)(3')

25  Otávio 

19  Diogo Jota 

10  André Silva 


Suplentes

12  José Sá

4  Boly

6  Rúben Neves 
(62' Herrera)

8  Brahimi

9  Depoitre

17  Corona 
(71' Diogo Jota)

21  Layún 
(79' Otávio)


Treinador

Nuno Espírito Santo

qua, 2 novembro 2016 • 19:45
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 32. 310 espetadores
FC Porto
Grupo G, 4.ª jornada
Club Brugge
137'  André Silva 
0
Árbitro: Undiano Mallenco (Espanha)
Assistentes: Raúl Cabanero e Diego Barbero Sevilla; David Fernández Borbalán e José María Sanchez Martinez (assistentes adicionais)
4.º Árbitro: Angel Nevado Rodriguez
TV: Sport TV 4

1  Butelle

2  Van Rhijn

5  Poulain

24  Denswill (34')

21  Cools

6  Claudemir (88')

15  Pina

25  Vormer (c)(86')

63  Bolingoli 

7  Wesley 

10  Diaby (41')


Suplentes

16  Bruzzese

9  Vossen

11  Izquierdo 
(77' Wesley)

17  Limbombe 
(46' Diaby)

19  Felipe Gedoz

20  Vanaken 
(65' Bolingoli)

44  Mechele


Treinador

Michel Preud'homme

02-11-2016

Vitória reforça candidatura aos “oitavos”

FC Porto venceu o Club Brugge na quarta jornada da Liga dos Campeões (1-0)​​. Golo foi pontado por André Silva​


​​Com a vitória por 1-0 na noite desta quarta-feira sobre o Club Brugge, no Estádio do Dragão, na quarta jornada da Liga dos Campeões, o FC Porto matou dois coelhos de uma cajadada só, como diz o provérbio. Por um lado, passa a somar sete pontos no Grupo G, que o colocam mais perto de alcançar os oitavos de final pela 12.ª vez desde que a competição é disputada no atual formato. Por outro, com este resultado, que lhe permite pôr fim a uma série de quatro jogos caseiros sem vencer na Europa, garante a continuidade nas competições da UEFA, já que o terceiro lugar está automaticamente garantido.

André Silva apontou o único golo de uma partida em que a equipa portista teve que se aplicar muito para derrotar os aguerridos campeões belgas. Os azuis e brancos apresentaram um onze com uma cara nova relativamente àquele que defrontou o Vitória de Setúbal no sábado passado - Layún cedeu o lugar a Maxi, que se estreou em jogos da fase de grupos da Champions. A troca de nomes não implicou qualquer alteração no desenho tático de Nuno Espírito Santo, que manteve a aposta no já habitual 4-4-2, com Herrera no lado direito e Otávio no outro, perante um 5-3-2 dos belgas, que muitas vezes se transformava num 3-5-2 no momento defensivo.

O FC Porto criou perigo praticamente no primeiro lance do encontro - Diogo Jota chegou ligeiramente atrasado a um cruzamento de Herrera -, mas começou por sentir dificuldades em impor o seu jogo e em penetrar na área do Brugge, com uma linha defensiva sempre bem posicionada e agressiva. Os belgas foram os primeiros a ameaçar o golo, negado por Casillas a Wesley com uma bela intervenção (25m) e só foram co​locados em sentido quando Alex Telles, na conversão de um livre direto que levou a bola ao ferro da baliza (34m).

Nesta altura, já os Dragões tinham pegado no jogo, estavam mais agressivos no momento ofensivo e na reação à perda da bola, mas era através de lances de bola parada que conseguiam criar perigo. Na sequência de um canto apontado por Alex Telles, inauguraram o marcador, graças a um cabeceamento certeiro de André Silva, que lhe valeu o décimo golo em 11 jogos oficiais esta época (37m); pouco depois, num livre cobrado com classe pelo lateral brasileiro, estiveram muito perto do 2-0 (41m).

O FC Porto entrou na segunda parte determinado a chegar a uma vantagem mais confortável no marcador e colocou o Brugge em sentido principalmente através de ataques rápidos. Num deles, conduzido por André Silva e concluído com um remate de Diogo Jota que Butelle defendeu com os pés (61m). O lance despertou os belgas que esboçaram uma reação, embora ténue, que lhes permitiu sacudir a pressão para longe da sua baliza durante alguns minutos.

Na tentativa de contrariar o crescimento do adversário, Nuno lançou Rúben Neves, depois Corona e os Dragões voltaram a controlar as operações e a estar novamente perto de dilatar a vantagem no marcador, num cruzamento/remate cruzado de Alex Telles ao qual André Silva não chegou a tempo de emendar (73m). O segundo golo portista demorava a chegar e o Brugge começou a acreditar que poderia levar um ponto daqui, encostando o FC Porto à sua área nos momentos finais. No entanto, na grande oportunidade que teve para o conseguir, Casillas disse novamente presente e, com uma grande defesa, agarrou os três pontos que colocam os azuis e brancos no segundo lugar do grupo, a três pontos do Leicester, que não foi além de um nulo na deslocação ao terreno Copenhaga.

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FC Porto-Club Brugge (Liga dos Campeões, 4.ª jornada, grupo G - 02/11/16)
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