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1  Casillas

2  Maxi Pereira (45+2')

28  Felipe

5  Marcano (89')

13  Alex Telles (25') (27')

16  Herrera (c) (85')

6  Rúben Neves 

22  Danilo

8  Brahimi 

10  André Silva 

29  Soares


Suplentes

12  José Sá

4  Boly

17  Corona 
(60' Rúben Neves)

19  Diogo Jota 
(73' Brahimi)

20  André André

21  Layún 
(30' André Silva)

30  Óliver Torres


Treinador

Nuno Espírito Santo

qua, 22 Fevereiro 2017 • 19:45
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 49.229
FC Porto
Oitavos de final, 1.ª mão
Juventus
0
272'  Pjaca  74'  Dani Alves 
Árbitro: Felix Brych (Alemanha)
Assistentes: Mark Borsch e Stefan Lupp; Marco Fritz e Bastian Dankert (adicionais)
4.º Árbitro: Rafael Foltyn
TV: Sport TV 1

1  Buffon (c)

26  Lichtsteiner (50')

15  Barzagli

3  Chiellini

12  Alex Sandro

6  Khedira

5  Pjanić

21  Dybala 

7  Cuadrado 

9  Higuaín

17  Mandžukić


Suplentes

25  Neto

4  Benatia

8  Marchisio 
(86' Dybala)

20  Pjaca 
(67' Cuadrado)

22  Asamoah

23  Dani Alves 
(73' Lichtsteiner)

24  Rugani


Treinador

Massimiliano Allegri

22-02-2017

Dragões não resistiram à inferioridade numérica

Derrota por 2-0 frente à Juventus, num jogo em que expulsão de Alex Telles, aos 27 minutos, foi decisiva​


A passagem aos quartos de final da Liga dos Campeões tornou-se muito complicada, com a derrota desta quarta-feira em casa, frente à Juventus, por 2-0. Os suplentes Pjaca e Dani Alves, aos 72 e 74 minutos, deram expressão a um domínio que se materializou após a expulsão de Alex Telles, que viu dois amarelos no espaço de dois minutos, o primeiro dos quais muito forçado. Os Dragões resistiram 45 minutos, mas sofreram depois os golos que terminaram com a invencibilidade caseira em 2016/17, 19 jogos depois. Em Turim, o FC Porto terá de fazer um jogo perfeito e conseguir algo inédito – bater a Velha Senhora – para seguir em frente.

A primeira parte ficou marcada pela referida expulsão, após dois amarelos, aos 25 e 27 minutos. A dureza do árbitro Brych veio desequilibrar um encontro até aí dividido, com o FC Porto a entrar melhor e a Juventus a responder no segundo quarto de hora. Nuno Espírito Santo tinha escolhido Rúben Neves e Danilo para o onze inicial, procurando assim ganhar o jogo a meio-campo e manter a equipa compacta.

Com apenas dez homens em campo, o treinador teve de abdicar de um dos avançados (no caso, André Silva) para repor o equilibro na defesa, com a entrada de Layún. Os italianos, obviamente, optaram por subir uns metros no terreno e tomar conta da posse de bola, criando perigo em duas ocasiões: um remate de Higuaín defendido por Casillas, aos 39 minutos, e outro de Dybala que bateu no poste, já nos descontos. Quanto ao juiz alemão, mostrou que não estava disposto a ser tão duro com os visitantes: perdoou o amarelo a Pjanić, não assinalou uma falta de Lichtsteiner sobre Brahimi, que daria origem a um livre perigoso, e voltou a exagerar num amarelo exibido a Maxi Pereira.

O intervalo fez bem ao FC Porto, que se adaptou melhor às novas condições do encontro e criou a primeira situação de perigo do segundo tempo, com Herrera a cabecear ao lado, apos assistência de Layún. Até ao minuto 72, o do primeiro golo – em que Layún, inadvertidamente, assiste Pjaca – a defesa do FC Porto tinha estado sempre impecável e a equipa solidária, procurando em cada posse de bola uma oportunidade para ferir a Juventus, algo complicado não só pela inferioridade numérica mas também pela qualidade de um dos blocos mais eficazes da prova (apenas dois golos sofridos). Corona tinha entrado em campo aos 60 minutos para trazer alguma explosão ao ataque, mas as condições foram demasiado adversas para o mexicano brilhar.

A 14 de março, em Itália, joga-se a segunda mão, mas antes há um título nacional para conquistar. Um objetivo que os adeptos portistas fizeram questão de lembrar após o apito final, reforçando o compromisso com a equipa. Até ao fim.

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FC Porto-Juventus (Liga dos Campeões, oitavos de final, 1.ª mão)
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