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1  Casillas

2  Maxi Pereira

28  Felipe

5  Marcano (c)

13  Alex Telles

17  Corona 

22  Danilo 

30  Óliver Torres

8  Brahimi 

19  Diogo Jota 

10  André Silva 


Suplentes

12  José Sá

4  Boly

6  Rúben Neves 
(76' Danilo)

15  Evandro

16  Herrera 
(76' Corona)

21  Layún

59  Rui Pedro 
(78' André Silva)


Treinador

Nuno Espírito Santo

qua, 7 dezembro 2016 • 19:45
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 39.310
FC Porto
Grupo G, 6.ª jornada
Leicester City
56'  André Silva  25'  Corona  44'  Brahimi  64'  André Silva  (pen)77'  Diogo Jota 
0
Árbitro: Felix Zwayer (Alemanha)
Assistentes: Thorsten Schiffner e Marco Achmüller; Tobias Stieler e Sascha Stegemann (assistentes adicionais)
4.º Árbitro: Stefan Lupp
TV: Sport TV 4

12  Hamer

2  Hernandez

27  Wasilewski

5  Wes Morgan (c)

3  Chilwell (38')

22  Gray

24  Mendy

4  Drinkwater 

15  Schlupp 

7  Musa 

20  Okazaki


Suplentes

21  Zieler

11  Albrighton 
(46' Schlupp)

13  Amartey

17  Danny Simpson

23  Leonardo Ulloa 
(46' Musa)

28  Fuchs

39  Barnes 
(76' Drinkwater)


Treinador

Claudio Ranieri

07-12-2016

Fome de Champions, fartura de golos

​Frente ao Leicester, Dragões conseguem resultado mais gordo da época (5-0). A Liga milionária regressa em fevereiro


O FC Porto garantiu o segundo lugar do grupo G e a 12.ª qualificação (em 21 presenças) para a fase a eliminar da Liga dos Campeões, após bater esta quarta-feira o Leicester por concludentes 5-0, com golos de André Silva, que bisou, Corona, Brahimi e Diogo Jota. Foi uma exibição superlativa dos Dragões, que não deram qualquer hipótese ao adversário e que enterraram definitivamente a crise de golos, conseguindo a maior goleada da época e superando até o melhor resultado de sempre frente a equipas inglesas, que datava de 1977 (4-0 ao Manchester United). E também há recordes na defesa: os azuis e brancos igualaram o menor número de golos sofridos num grupo da prova (três, tal como em 2009/10) e chegaram aos seis jogos em todas as competições sem sofrer golos, o melhor registo do século. Na segunda-feira, ficará a conhecer-se o adversário dos Dragões para os oitavos de final, que vão decorrer em fevereiro e março.

Foi Cristiano Ronaldo que cunhou a expressão: os golos são como o ketchup, às vezes quando começam a sair não param. A analogia não podia vir mais a calhar para este jogo, depois de Rui Pedro ter terminado com a seca nos descontos da receção ao Sporting de Braga, no sábado. Com Alex Telles e Brahimi desta vez no onze (por troca com Layún e o lesionado Otávio), o FC Porto entrou mandão no encontro, como se esperava, e marcou o golo mais madrugador da época. O canto foi de Corona e André Silva saltou bem alto e cabeceou para o 1-0, logo aos seis minutos. Não podia haver situação mais tranquilizadora para um jogo que os Dragões tinham mesmo de vencer para aceder aos oitavos de final – o Copenhaga ganhou mesmo, e de forma também clara, no terreno do Club Brugge.

Os portistas colocaram o Leicester dentro de um colete de forças: é certo que faltavam unidades importantes do campeão inglês, já qualificado na primeira posição, mas a exibição foi irrepreensível, especialmente na primeira parte. Boas trocas de bola, variações entre os vários corredores, pormenores individuais de classe, nomeadamente de Corona e Brahimi, e reação mais do que pronta à perda de bola. Foi assim que surgiu o segundo golo, com uma insistência na esquerda que deu origem ao cruzamento de Alex Telles e um grande pontapé de primeira de Corona. O festim de golos no primeiro tempo terminaria com o 3-0, uma obra prima saída do calcanhar de Brahimi, a fazer lembrar outro argelino, Madjer. Desta vez a assistência veio do outro flanco, de Maxi Pereira.

Na segunda parte, Ranieri colocou em campo Ulloa e Albrighton e os ingleses apareceram um pouco mais espevitados, finalmente forçando Casillas a algum esforço. Mas aí imperou a tranquilidade defensiva e a capacidade de ter a bola para apagar a ténue chama que se acendia do lado dos ingleses. Na direita, Maxi Pereira (a cumprir o jogo número 50 na prova) continuava imparável e, mal o FC Porto voltou a ter as rédeas do jogo, voltou a marcar: Drinkwater puxou André Silva na grande área e o avançado, aos 63 minutos, bisou e fez o seu quarto golo nesta edição da prova. Mas André também faz jogar e serviu Diogo Jota em bandeja de ouro para o 5-0, aos 77, antes de sair e dar o lugar a Rui Pedro, que se estreou na prova.

O Dragão não falha – esta noite estiveram quase 40.000 pessoas no estádio – e o FC Porto continua sem perder em casa esta temporada, em 11 jogos. Em termos globais, não perdem há 13 encontros. A Liga dos Campeões volta em fevereiro e até lá há muito por que correr: em Santa Maria da Feira, este domingo (16h00), há que manter o balanço na Liga NOS.

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FC Porto-Leicester (Liga dos Campeões, grupo G, 6.ª jornada - 07/12/16)
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