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1  Fabiano

2  Danilo

4  Maicon

13  Reyes 

26  Alex Sandro

36  Rúben Neves 

30  Óliver Torres 

16  Herrera 

7  Quaresma (c)

19  Sami 

21  Ricardo 


Suplentes

24  Ricardo Nunes

41  Kadú

6  Casemiro 
(46' Rúben Neves)

8  Brahimi 
(46' Herrera)

10  Quintero 
(46' Quaresma)

11  Tello 
(46' Ricardo)

15  Evandro

18  Adrián López 
(46' Sami)

20  Carlos Eduardo 
(62' Óliver Torres)

28  Kelvin 
(72' Reyes)

43  Lichnovsky

77  Kayembe


Treinador

Julen Lopetegui

dom, 27 julho 2014 • 19:00
Estádio: Dragão, Porto (TV: SportTV)
Assistência: 46.211
FC Porto
Saint-Étienne
0
0
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto)
Assistentes: Rui Licínio e Bruno Rodrigues
4.º Árbitro: Rui Folha Oliveira

30  Moulin

29  Clerc 

23  Baysse

26  Sall 

27  Tabanou 

6  Clement (c)

10  Cohade 

8  Corgnet 

21  Hamouma 

9  Mevlut 

11  Mollo 


Suplentes

1  Valette

3  Chapuis

7  Gradel 
(61' Mollo)

12  Bamba 
(71' Hamouma)

18  Lemoine 
(61' Corgnet)

19  Florentin Pogba 
(71' Sall)

20  Brison 
(71' Tabanou)

22  Monnet 
(71' Mevlut)

25  Nyemeck 
(61' Clerc)

28  Diomande 
(71' Cohade)


Treinador

Christophe Galtier

27-07-2014

12.º jogador não chegou para bater franceses duros de roer

​Apresentação 2014/15, com casa cheia, terminou com um nulo frente ao Saint-Étienne


O plantel bem gostaria de ter presenteado a casa quase cheia no Dragão com um ou mais golos, mas o jogo de apresentação do FC Porto para a época 2014/15 terminou mesmo com um nulo. Os franceses do Saint-Étienne revelaram-se um adversário duro de roer e o apoio incondicional do público - tratou-se mesmo da maior assistência de sempre no estádio em jogos de preparação - não foi suficiente. Fica a nota: juntar quase 100.000 pessoas em três dias no Dragão (o jogo de homenagem a Deco foi na sexta-feira) é obra, ainda para mais nos tempos economicamente conturbados que vivemos, e diz bem da fé dos adeptos azuis e brancos.

Como não há uma segunda hipótese para deixar uma boa primeira impressão, a equipa azul e branca arregaçou as mangas desde o primeiro minuto, mas o momento ainda não é o ideal (as cargas de trabalho não permitem que o ritmo seja muito elevado) e o adversário muito menos. O Saint-Étienne (quarta classificado da última Liga francesa, que arranca já a 8 de Agosto) levou o encontro bem a sério, encarando-o como o grande teste de pré-temporada (não foram feitas sequer substituições ao intervalo) e demonstrando organização, capacidade de pressão e dureza q.b.

Sem o recém-chegado Martins Indi na equipa, e com os mexicanos Reyes e Herrera (que têm menos de duas semanas de trabalho), Sami (como ponta de lança) e o jovem Rúben Neves no "onze", o FC Porto demonstrou já algumas das ideias-base para a nova temporada. Procurando encurtar o campo quando o adversário tem a bola e alargá-lo ao máximo em situação contrária, os Dragões criaram algumas situações de perigo, com destaque para um remate de Herrera e recarga por cima de Quaresma, aos 22 minutos, e para um pontapé à entrada da área de Rúben Neves ao lado, aos 37. Esse lance surgiu na sequência de uma das mais prolongadas posses de bola em ataque dos portistas e deixou em relevo o papel do médio de apenas 17 anos.

Rúben Neves mostrou uma enorme personalidade, tentando passes longos e curtos, pedindo a bola e distribuindo jogo. Também Óliver Torres deu nas vistas ao marcar os tempos de posse de bola e demonstrar toda a sua qualidade técnica. Nem tudo foi perfeito, pois claro, e o Saint-Étienne também criou perigo, nomeadamente numa jogada em que Hamouma passou por Maicon e rematou para uma boa defesa de Fabiano.

Ao intervalo, verificaram-se as substituições típicas neste tipo de encontros, com Óliver Torres a ser o único elemento do FC Porto, do meio-campo para a frente, que se manteve em campo. Quintero posicionou-se à direita do ataque, Tello na esquerda e Adrián López no meio, enquanto Casemiro e Brahimi (que iniciaram os treinos na segunda-feira) renovaram o meio-campo. Foi precisamente Quintero a causar a ilusão de golo, com um remate às malhas laterais, aos 52 minutos, e a isolar Adrián López sete minutos depois, mas o espanhol rematou à figura de Moulin.

Apesar destas dois lances, o segundo tempo foi mais incaracterístico do que o primeiro e os franceses, com mais rotinas de jogo, aproveitaram algumas perdas de bola do FC Porto para criar perigo em contra-ataque. Brilhou então Fabiano, com uma defesa com a ponta dos dedos após cabeceamento de Baysse (70 minutos) e a "fechar" a baliza perante um isolado Monnet (77). Lopetegui tirou ainda um defesa (Reyes) para lançar mais um avançado (Kelvin) e testar situações em que é preciso "meter a carne toda no assador". O Saint-Étienne nunca se desconjuntou e o resultado final espelha o momento actual: ainda há muito trabalho pela frente e os adeptos reconhecerem-no ao despedir-se da equipa com uma salva de palmas.

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FC Porto-Saint-Etienne (Jogo de preparação)
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