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1  Casillas

2  Maxi Pereira

26  Felipe

5  Marcano (c)

13  Alex Telles

22  Danilo Pereira

30  Óliver Torres 

25  Otávio

17  Corona (12')

10  André Silva

19  Diogo Jota 


Suplentes

12  José Sá

4  Boly

6  Rúben Neves 
(67' Corona)

8  Brahimi

9  Depoitre

16  Herrera 
(87' Diogo Jota)

21  Layún 
(76' Óliver Torres)


Treinador

Nuno Espírito Santo

dom, 6 novembro 2016 • 18:00
Estádio: Dragão, Porto
FC Porto
10.ª jornada
Benfica
150'  Diogo Jota 
190+3'  Lisandro López 
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto)
Assistentes: Rui Licínio e Paulo Soares
4.º Árbitro: Rui Costa
TV: Sport TV1

1  Ederson (49')

50  Nélson Semedo

4  Luisão (c) 

14  Lindelof

19  Eliseu

7  Samaris (65')

21  Pizzi (63')

18  Salvio 

22  Cervi 

20  Gonçalo Guedes

11  Mitroglou


Suplentes

12  Júlio César

2  Lisandro López 
(17' Luisão)

8  André Horta 
(59' Cervi)

9  Raúl Jiménez 
(73' Salvio)

15  Carrillo

34  André Almeida (90+3')

37  Danilo


Treinador

Rui Vitória

06-11-2016

O clássico da injustiça suprema

​Benfica arrancou empate no Dragão com golo caído do céu, já em período de compensação (1-1)


​O FC Porto empatou este domingo diante do Benfica (1-1), no Estádio do Dragão, em jogo a contar para a décima jornada da Liga NOS. Os portistas, que realizaram uma grande exibição, adiantaram-se no marcador aos 50 minutos, por intermédio de Diogo Jota, mas o Benfica, sem nada fazer para o merecer, chegou ao empate já em período de compensação, com um golo de Lisandro López (90m+3).

A primeira parte do FC Porto merecia muito mais do que o nulo que se arrastou até ao intervalo. De dentes cerrados e mangas arregaçadas, o coletivo portista encostou o Benfica à sua área e fez por justificar o golo que não chegou durante os primeiros 45 minutos, por ineficácia ou mérito de Ederson. O guarda-redes dos encarnados foi a figura maior de uma equipa que pouco ou nada fez para mexer com o marcador, em gritante contraste com a exibição autoritária, dominadora e cheia de atitude por parte dos Dragões, empurrados, e muito, pela fé inabalável dos adeptos, imparáveis no apoio à equipa.

O intenso fluxo ofensivo do FC Porto fez multiplicar os lances de perigo junto da baliza de Ederson, mas André Silva (6m e 22m), Alex Telles (8m), Danilo Pereira (20m) e Corona (14m e 24m), este de forma mais flagrante, não conseguiram dar ao Estádio do Dragão a explosão de alegria que ele pedia. O Benfica, porventura melindrado com o ímpeto portista desde o apito inicial, só aos 35 minutos deu um ar da sua graça, mas o remate de Gonçalo Guedes saiu tudo menos enquadrado com a baliza de Casillas. A pujança da exibição portista no primeiro tempo justificava outro resultado, mas o teimoso 0-0 persistia à ida para o descanso.

O golo que faltou nos primeiros 45 minutos, surgiu pouco depois do reatamento. Corona descobriu Diogo Jota no flanco esquerdo do ataque portista e o 19 dos Dragões partiu para cima de Nélson Semedo, deixando o defesa encarnado para trás antes de desfeitear Ederson com um remate forte de pé esquerdo, entre o poste e o guarda-redes brasileiro (50m). Estava feita justiça, mas o 1-0 ainda era curto perante tamanho domínio do FC Porto. À passagem da hora de jogo, Samaris obrigou Casillas a aplicar-se, o mesmo fazendo Alex Telles com Ederson, na cobrança de um livre direto (67m).

Quando nada fazia prever outro cenário que não a vitória do FC Porto, o Benfica chegou ao empate com um golo de cabeça de Lisandro López, na sequência de um canto cedido por Herrera (90m+3). Foi o canto do cisne e a injustiça suprema para os Dragões, que fizeram e deram tudo para reduzir a diferença que os separa do topo da tabela, e que assim continua a ser de cinco pontos. Os jogadores mereciam a vitória pelo que fizeram dentro do campo. E os adeptos também, pelo que foram fora dele.

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FC Porto-Benfica (Liga NOS, 10.ª jornada)
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