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1  Casillas

21  Ricardo

28  Felipe

5  Marcano (c) 

13  Alex Telles

17  Corona 

22  Danilo (77')

10  Óliver 

8  Brahimi 

9  Aboubakar

29  Soares 


Suplentes

12  José Sá

2  Maxi

7  Hernâni 
(70' Corona)

11  Marega 
(32' Soares)

16  Herrera 
(81' Óliver)

23  Reyes

25  Otávio


Treinador

Sérgio Conceição

qua, 9 agosto 2017 • 19:00
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 48.011
FC Porto
1.ª jornada
Estoril Praia
435'  Marega  54'  Brahimi  62'  Marega  70'  Marcano (c) 
0
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa)
Assistentes: Ricardo Santos e Bruno Jesus
4.º Árbitro: Rui Oliveira (VAR: Luís Ferreira)
TV: Sport TV

31  Moreira

7  Mano (c)

4  Pedro Monteiro

28  Gonçalo Brandão

5  Joel Ferreira

11  Allano (50')

8  Eduardo

17  Lucas Evangelista

22  André Claro 

76  Carlinhos 

10  Kléber 


Suplentes

96  Luís Ribeiro

14  Tocantins

15  Diakhité

20  Matheus Índio

23  Wesley 
(85' Kléber)

29  Jorman Aguilar 
(63' André Claro)

70  Aylton 
(74' Carlinhos)


Treinador

Pedro Emanuel

09-08-2017

A força do 12.º jogador

​Marega saiu do banco para “bisar” e desbloquear o jogo com o Estoril. Brahimi e Marcano também contribuíram para o 4-0


O 12.º jogador teve um papel decisivo na vitória por 4-0 frente ao Estoril, a maior dos Dragões na primeira jornada da Liga portuguesa desde 1998/99 (então outro 4-0, nas Antas, frente ao Rio Ave). E a expressão tem um duplo sentido, porque nos referimos ao público que encheu quase por completo o Dragão e passou uma energia inesgotável ao grupo e a Marega, o primeiro jogador a saltar do banco, aos 32 minutos, quando Soares se lesionou. O MVP do jogo, que na época passada esteve emprestado ao Vitória de Guimarães, abriu o marcador três minutos depois e fez ainda o 3-0, que sentenciou a partida. Mas, mais do que destaques individuais, importa voltar ao coletivo: os portistas assistiram a um verdadeiro vendaval de ataque, com muitas oportunidades de golo e exibições de grande nível de Óliver, Brahimi e até de Marcano, que encerrou o marcador. O FC Porto salta provisoriamente para a liderança da Liga, graças ao saldo de golos.

Sérgio Conceição pôs em campo o onze mais comum na pré-época, num claro 4-4-2 imitado pelo Estoril, treinado por um ex-colega de equipa no FC Porto (e campeão europeu), Pedro Emanuel. E a equipa da Linha revelou precisamente uma boa organização defensiva, face ao evidente domínio azul e branco. Os Dragões pressionaram muito no meio-campo contrário, dando continuidade a uma das ideias fortes da pré-época, mas apenas criaram duas ocasiões claras de golo no primeiro quarto do jogo, ambas na sequência de lances na direita: na primeira, aos dois minutos, Aboubakar não conseguiu finalizar e, na segunda, fê-lo de maneira brilhante, de calcanhar, mas em fora de jogo.

O Estoril ia conseguindo meter gelo na partida, mas, em cima da meia hora, o camaronês voltou a ter uma ocasião soberana, disparando ao lado após assistência de Corona. Pouco depois, Soares, que esteve em dúvida para o encontro, foi forçado a sair, devido a lesão, e o que parecia ser uma contrariedade acabou por ser convertido numa oportunidade: Marega entrou e, três minutos depois, abriu o marcador, aproveitando um mau atraso de Mano ao guarda-redes Moreira. Tratou-se de um lance muito semelhante ao protagonizado no jogo frente ao Deportivo da Corunha, o que prova que não há só sorte – a velocidade de reação do maliano foi decisiva. Antes do intervalo, houve outro golo anulado aos portistas, por fora de jogo, no caso de Corona.

A desvantagem não fez os forasteiros mudar de atitude na segunda parte, até porque o FC Porto não deixava. E a segunda parte foi verdadeiramente demolidora: o 2-0 surgiu logo ao minuto 54, na sequência daquela que foi a mais bela jogada do encontro, uma troca de bola entre Óliver, Alex Telles e Brahimi, que marcou após ganhar um ressalto sobre o adversário. Porém, esse facto não faz desmerecer o grande desenho coletivo.

O 3-0 surgiu de seguida, com Marega a bisar (e a igualar o sportinguista Gelson na lista de melhores marcadores), após Óliver cruzar milimetricamente dentro de uma cabine telefónica. As oportunidades criadas nesta segunda parte foram mais do que muitas, com destaque para Aboubakar, que teve a infelicidade de não marcar nenhum golo, algumas vezes por intervenções de Moreira, outras porque a finalização não lhe saiu bem. O 4-0 foi da autoria de Marcano, após livre apontado por Óliver - Hugo Miguel precisou de recorrer ao novel videoárbitro para validar o golo que fechou o marcador. Nos últimos minutos, Casillas teve tempo para brilhar, com duas boas defesas, e Aguilar atirou uma bola à barra da baliza do espanhol. Porém, o triunfo azul e branco não peca por excesso, bem pelo contrário. Com esta amostra, é caso para dizer que já só faltam menos de quatro dias para o FC Porto voltar a entrar em campo, no terreno do Tondela (domingo, 20h15).

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FC Porto-Estoril (Liga NOS, 1.ª jornada)
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