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12  José Sá

21  Ricardo 

28  Felipe (62')

5  Marcano

13  Alex Telles

17  Corona 

22  Danilo 

16  Herrera (c) (63')

8  Brahimi

11  Marega 

9  Aboubakar 


Suplentes

1  Casillas

2  Maxi Pereira

7  Hernâni 
(76' Corona)

10  Óliver

20  André André 
(70' Danilo)

23  Reyes

90  Galeno 
(80' Marega)


Treinador

Sérgio Conceição

sáb, 21 outubro 2017 • 20:30
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 40.121
FC Porto
9.ª jornada
FC Paços de Ferreira
64'  Ricardo  18'  Felipe  25'  Marega  33'  Marega  65'  Corona  72'  Aboubakar 
18'  Welthon 
Árbitro: Manuel Oliveira (Porto)
Assistentes: Pedro Ribeiro e Tiago Leandro
4.º Árbitro: Sérgio Soares (VAR: Fábio Veríssimo)
TV: Sport TV 1

86  Mário Felgueiras

33  Francisco Afonso (46')

3  Rui Correia (27')

2  Marco Baixinho (c) (51')

22  Miguel Vieira

8  André Leão

50  Xavier

29  Vasco Rocha 

15  Mateus 

7  Welthon 

12  Pedrinho


Suplentes

1  Rafael Defendi

9  Bruno Moreira 
(54' Vasco Rocha)

19  Ricardo (55')
(30' Rui Correia)

27  Mabil

28  Luiz Phellype

77  Hendrio 
(68' Mateus)

88  Gian


Treinador

Vasco Seabra

21-10-2017

Máquina de ataque

Dragões goleiam Paços de Ferreira (6-1) e têm mais nove golos marcados do que os rivais na Liga


O FC Porto mantém o registo perfeito em casa na Liga e a liderança da prova (com mais cinco pontos do que o Sporting, pelo menos provisoriamente), após bater o Paços de Ferreira por 6-1, com golos de Ricardo, Felipe, Corona, Aboubakar e Marega, que bisou. A vitória mais folgada nesta edição da prova foi a melhor reação possível à derrota de terça-feira em Leipzig (3-2).

Pela quinta vez em cinco jogos em casa para a prova, o FC Porto marcou pelo menos três golos e é de longe o melhor ataque, com 25 golos, mais nove do que os rivais Sporting e Benfica. O Dragão tem sido a casa do golo em 2017/18 e neste sábado o rei foi Marega, que já tem sete apontados nesta edição da Liga – é o segundo melhor marcador, atrás do benfiquista Jonas, e está a par de Aboubakar.

Com Ricardo e Corona como novidades no onze, face a terça-feira, coube precisamente ao lateral direito abrir o marcador, ao primeiro remate, aos quatro minutos. Marega sofreu falta na direita mas continuou o lance, Ricardo combinou com Brahimi e picou a bola sobre Mário Felgueiras, fazendo o primeiro golo da época. Curiosamente, era um dos cinco jogadores do plantel que já tinha marcado a este adversário. O Paços estava remetido a um papel de figurante, mas também marcou ao primeiro remate, aos oito minutos, num tiro de longe de Welthon, o mais perigoso avançado adversário.

Não foi pelo golo sofrido que o futebol portista deixou de ser rápido, prático e incisivo e o 2-1 chegou pouco depois, aos 18 minutos, com um lance bem exemplificativo da variedade de soluções ofensivas. Ricardo Pereira lançou uma bola em profundidade para Felipe, que tinha ficado no ataque, e o defesa portou-se como um ponta de lança na receção e na finalização.

Os pacenses não conseguiam reagir, estavam até algo atordoados, e seguiram-se dois golos no espaço de oito minutos, ambos por Marega: o primeiro em combinação com Aboubakar e o segundo após cruzamento de Ricardo. E o resultado poderia ter sido mais alargado ao intervalo, até porque ficou um penálti por marcar aos 38 minutos, por mão na bola, após remate de Brahimi. A bola ia para a baliza e estranha-se que o videoárbitro Fábio Veríssimo não tenha auxiliado Manuel Oliveira.

A história do encontro foi sendo a dos golos, tal o domínio do FC Porto. Dos marcados e, já agora, dos falhados; o termo pode ser incorreto mas serve na perfeição para o lance em que Danilo, servido por Corona, atirou por cima, na cara de Mário Felgueiras, aos 53 minutos. Mas mais dois tentos surgiriam no segundo tempo, ambos fruto de insistências e resultado da quantidade de jogadores que os Dragões colocam em zona de finalização: Corona aproveitou uma defesa incompleta do guarda-redes pacense, a um remate de Marega, e depois assistiu Aboubakar para uma finalização fácil, aos 72 minutos, que fechou o marcador.

A melhor história do segundo tempo acaba por ser aquela grande corrida de Marega, para cortar um contra-ataque do Paços de Ferreira, sublinhada com muitos aplausos dos 40.121 espetadores, que se repetiram quando saiu de campo, aos 80 minutos, para que entrasse Galeno, do FC Porto B, que até foi chamado ao banco à última hora. Não há muito tempo para descansar, porque o futebol vai regressar ao Estádio do Dragão já esta terça-feira (20h15), para um desafio com o Leixões, para a Taça da Liga.

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FC Porto-Paços de Ferreira (Liga NOS, 9.ª jornada)
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