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1
Iker Casillas
12
José Sá
24
João Costa
26
Vaná Alves
40
Fabiano
2
Maxi Pereira
5
Marcano
13
Alex Telles
19
Miguel Layún
21
Ricardo Pereira
23
Reyes
28
Felipe
30
Diogo Dalot
10
Óliver Torres
16
Herrera
20
André André
22
Danilo Pereira
25
Otávio
27
Sérgio Oliveira
7
Hernâni
8
Brahimi
9
Aboubakar
11
Marega
17
Jesús Corona
29
Soares

Sérgio Conceição

Vítor Bruno

Siramana Dembélé

Diamantino Figueiredo

Eduardo Oliveira

Nélson Puga

José Mário Almeida

Eduardo Braga

Luís Pinto

Álvaro Magalhães

Telmo Sousa

Manuel Vítor

José Luís Ferreira

Roberto Carreira
20

André André

26-08-1989
Portuguesa

Médio

O filho procura imitar o mestre

O nome dos progenitores pode ser um peso, especialmente no caso de terem um passado bem-sucedido. E poucos futebolistas portugueses tiveram mais sucesso do que António André, campeão europeu em 1987 e depois vencedor da Taça Intercontinental e Supertaça Europeia, para além de ter sido sete vezes campeão nacional. O André mais novo parece-se com o pai: na entrega, exigência consigo próprio e na intensidade e paixão que põe no jogo.

O ex-Vitória de Guimarães chegou ao Dragão em julho de 2015, com 25 anos, apenas menos um ano do que a idade com que o pai entrou no clube, em 1984, proveniente do Varzim. Foi também o Varzim que André André representou em quase todo o percurso nas camadas jovens, até que em 2007/08 foi emprestado por um ano aos juniores do FC Porto, tendo oportunidade de participar na vitória na entretanto extinta Liga Intercalar.

Em 2011/12 já era capitão do Varzim, na Segunda Divisão, e no percurso seguiu-se o Vitória de Guimarães. Apesar do salto ter sido grande, o médio continuou a crescer, sendo sempre muito utilizado e, inclusivamente, titular na final da Taça de Portugal conquistada pelo Vitória ao Benfica (2-1). Estabeleceu-se como capitão dos vimaranenses, titular indiscutível e chegou à seleção A, revelando ainda uma inesperada faceta goleadora: 11 golos na Liga NOS, oito deles da marca de penálti.

Como o progenitor, André André é também um médio todo-o-terreno, capaz de ocupar quase todos os lugares do meio-campo, e tão técnico a atacar como dedicado a defender. O impacto ao serviço dos Dragões foi imediato: em setembro de 2015, marcou nas vitórias frente a Benfica (1-0) e Chelsea (2-1), no Estádio do Dragão. Cumpre em 2017/18 a sua terceira época na formação principal e já chegou a envergar a braçadeira de capitão.

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