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1
Iker Casillas
12
José Sá
24
João Costa
26
Vaná Alves
40
Fabiano
2
Maxi Pereira
5
Marcano
13
Alex Telles
19
Miguel Layún
21
Ricardo Pereira
23
Reyes
28
Felipe
30
Diogo Dalot
10
Óliver Torres
16
Herrera
20
André André
22
Danilo Pereira
25
Otávio
27
Sérgio Oliveira
7
Hernâni
8
Brahimi
9
Aboubakar
11
Marega
17
Jesús Corona
29
Soares

Sérgio Conceição

Vítor Bruno

Siramana Dembélé

Diamantino Figueiredo

Eduardo Oliveira

Nélson Puga

José Mário Almeida

Eduardo Braga

Luís Pinto

Álvaro Magalhães

Telmo Sousa

Manuel Vítor

José Luís Ferreira

Roberto Carreira
22

Danilo Pereira

09-09-1991
Portuguesa

Médio

Um polvo da era moderna

Quando, em 2011, se destacou como uma das maiores figuras da seleção nacional de Sub-20 vice-campeã do Mundo na Colômbia, poucos o conheciam. Jogava no Aris de Salónica, da Grécia, emprestado pelo Parma, clube que nunca lhe deu palco para brilhar, até aparecer o Marítimo. Aí sim, Danilo Pereira provou todas as qualidades que lhe apontavam e que lhe permitiram chegar agora ao topo do futebol português, para representar o FC Porto.

Nasceu em 1991, na Guiné-Bissau, mas com passaporte português, começou a dar os primeiros toques na bola no Arsenal 72, no Estoril, e completou a formação no Benfica, clube em que acabou dispensado. Tentou, em vão, a sorte no futebol italiano, passou pelo grego e pelo holandês até chegar pela primeira vez à Liga portuguesa, para se cotar como um dos jogadores revelação da edição 2014/15.

Danilo Pereira é um seis que também pode jogar a oito, que utiliza a sua estampa física para se impor, quer nos duelos a meio-campo quer nas incursões pelo ataque. Destaca-se pela inteligência posicional e capacidade de recuperação que garante equilíbrio à equipa, sempre em alta intensidade, revelando uma capacidade inata para recuar até ao eixo defensivo, setor que não lhe é desconhecido. Forte a destruir a construção do adversário, também sabe tecer o jogo da própria equipa, com uma calma e tranquilidade assinaláveis na saída de bola durante a primeira fase de construção.

Considerado um box-to-box da era moderna, Danilo incorpora-se bem na construção das jogadas, ajudando a criar situações de perigo. Danilo também tem apetite pelo golo, seja no remate de meia distância - tendo já apontado alguns golos de belo efeito -, seja nas bolas paradas, em que é igualmente forte. Cedo se afirmou no Dragão, após a sua chegada, no verão de 2015, e tem sido indiscutivelmente um dos fatores de estabilidade da equipa para os treinadores azuis e brancos, sendo um daqueles futebolistas dos quais se diz não saberem jogar mal.

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