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1
Iker Casillas
12
José Sá
24
João Costa
26
Vaná Alves
40
Fabiano
2
Maxi Pereira
5
Marcano
13
Alex Telles
19
Miguel Layún
21
Ricardo Pereira
23
Reyes
28
Felipe
30
Diogo Dalot
10
Óliver Torres
16
Herrera
20
André André
22
Danilo Pereira
25
Otávio
27
Sérgio Oliveira
7
Hernâni
8
Brahimi
9
Aboubakar
11
Marega
17
Jesús Corona
29
Soares

Sérgio Conceição

Vítor Bruno

Siramana Dembélé

Diamantino Figueiredo

Eduardo Oliveira

Nélson Puga

José Mário Almeida

Eduardo Braga

Luís Pinto

Álvaro Magalhães

Telmo Sousa

Manuel Vítor

José Luís Ferreira

Roberto Carreira
28

Felipe

16-05-1989
Brasileira

Defesa

Central voador e goleador

Subiu a pulso na carreira, como tão bem sabe subir nas alturas em campo, para defender, mas também para atacar a baliza. Trouxe do Brasil um conjunto de credenciais de impor respeito, como a assinalável capacidade de impulsão, que lhe permite voar entre os adversários e ir buscar a bola onde os outros não conseguem chegar. Felipe é um central voador e com veia goleadora, que, no seu ano de estreia de Dragão ao peito, em 2016/17, foi elogiado em quase todos os quadrantes e também por Jorge Nuno Pinto da Costa. O presidente considerou que a dupla de centrais que formou com Marcano era “uma das melhores de sempre” do clube, tendo aliás sido a base de uma das mais sólidas defesas da Europa nessa temporada.

O jogo aéreo, que o torna muito forte nas bolas paradas ofensivas, é uma das qualidades que fez dele um dos mais cotados zagueiros do Brasileirão. Mas não é a única: Felipe destaca-se também na marcação, no posicionamento e no um-para-um defensivo, o que lhe acrescenta competências para defender em zonas altas, até porque é veloz. Agressivo q.b., demonstra ainda uma grande capacidade de comunicação, pela frieza, tranquilidade, concentração e disciplina que apresenta em campo.

Felipe não tem, por isso, dificuldades em afirmar-se como um líder, que dá tudo em campo, até o sangue se for preciso, como disse quando se apresentou. Até chegar ao futebol europeu, foi obrigado a derrubar vários obstáculos: aos 14 anos, quando ainda era avançado, tentou a sorte no Corinthians, sem sucesso. Passou por vários clubes da cidade de Mogi das Cruzes, onde cresceu, até chegar ao Bragantino já como defesa, graças aos DVD que o próprio produziu com jogos seus. Foi aí que despertou a cobiça do… Corinthians, clube ao qual regressava pela porta grande.

Os primeiros tempos não foram fáceis, mas Felipe venceu as dificuldades e a desconfiança dos adeptos e, em 2015, foi uma peça fundamental na conquista do título brasileiro. As boas exibições abriram-lhe as portas da seleção, para a qual foi convocado pela primeira vez para um dos jogos das eliminatórias do Mundial 2018. Nessa altura, o selecionador era Dunga, que agora foi substituído por Tite, o treinador que apostou nele e o lançou para a ribalta no Timão.

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