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1
Iker Casillas
12
José Sá
24
João Costa
26
Vaná Alves
40
Fabiano
2
Maxi Pereira
5
Marcano
13
Alex Telles
19
Miguel Layún
21
Ricardo Pereira
23
Reyes
28
Felipe
30
Diogo Dalot
10
Óliver Torres
16
Herrera
20
André André
22
Danilo Pereira
25
Otávio
27
Sérgio Oliveira
7
Hernâni
8
Brahimi
9
Aboubakar
11
Marega
17
Jesús Corona
29
Soares

Sérgio Conceição

Vítor Bruno

Siramana Dembélé

Diamantino Figueiredo

Eduardo Oliveira

Nélson Puga

José Mário Almeida

Eduardo Braga

Luís Pinto

Álvaro Magalhães

Telmo Sousa

Manuel Vítor

José Luís Ferreira

Roberto Carreira
16

Herrera

19-04-1990
Mexicana

Médio

O box-to-box que veio do México

Nascido em 1990 em Rosarito, subúrbio pobre que já fez parte da mais conhecida Tijuana, no México, Herrera tem raízes simples. Isso reflete-se no seu futebol sem rendilhados: veloz, o médio tem uma passada impressionante, galgando metros e procurando a maneira mais rápida de chegar à baliza adversária.

É hábito descrever este tipo de jogadores como tendo um futebol vertical, mas Herrera também pode ser apelidado de box-to-box, correndo todo o campo para recuperar bolas e desequilibrar os movimentos e linhas do adversário. O seu aspeto franzino é enganador face à tenacidade que coloca em campo e é ainda detentor de um bom remate. Tanto impede ataques do adversário como cria os da sua equipa, emprestando intensidade e energia ao jogo.

Votado o MVP do Torneio de Toulon em 2011, que o México venceu, foi considerado igualmente o melhor estreante da Liga do seu país, no mesmo ano. Fez a formação no Pachuca, chegando à equipa principal em 2011, após um ano a estagiar nas reservas do emblema mexicano, o Tampico Madero. O seu caminho profissional levou-o ao destino que muitos almejam, mas poucos conseguem: o FC Porto é a sua casa desde o verão de 2013. Assumiu um lugar no triângulo do meio-campo portista a partir de meados da temporada 2013/14 e, com isso, foi convocado para o Mundial de 2014, em que se revelou uma das grandes figuras do México, que atingiu os oitavos de final.

Em 2014/15 foi titular quase absoluto na equipa, tendo participado em 46 jogos e marcado sete golos, quatro dos quais na Liga dos Campeões, incluindo o tento solitário que deu aos Dragões a vitória em Lille, na primeira mão do play-off de acesso à fase de grupos da prova. Em 2015/16, e depois de um período de alguma intermitência, também agarrou um lugar no onze, sendo frequentemente designado capitão, estatuto que mantém. Passados mais de quatro anos sobre a sua chegada ao FC Porto, soma mais de 150 jogos oficiais.

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