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1
Iker Casillas
12
José Sá
24
João Costa
26
Vaná Alves
40
Fabiano
2
Maxi Pereira
5
Marcano
13
Alex Telles
19
Miguel Layún
21
Ricardo Pereira
23
Reyes
28
Felipe
30
Diogo Dalot
10
Óliver Torres
16
Herrera
20
André André
22
Danilo Pereira
25
Otávio
27
Sérgio Oliveira
7
Hernâni
8
Brahimi
9
Aboubakar
11
Marega
17
Jesús Corona
29
Soares

Sérgio Conceição

Vítor Bruno

Siramana Dembélé

Diamantino Figueiredo

Eduardo Oliveira

Nélson Puga

José Mário Almeida

Eduardo Braga

Luís Pinto

Álvaro Magalhães

Telmo Sousa

Manuel Vítor

José Luís Ferreira

Roberto Carreira
12

José Sá

17-01-1993
Portuguesa

Guarda-Redes

Mãos no futuro

Começou por ser defesa, mas aos 12 anos o destino fintou-o, colocou-o na baliza e José Sá deu-lhe razão. É uma das maiores promessas do futebol português, com todo o potencial para ser, num futuro não muito longínquo, um dos donos da baliza da seleção nacional. Contratado ao Marítimo, em janeiro de 2016, integrou de resto o lote de 23 convocados da seleção principal de Portugal para a Taça das Confederações de 2017, na Rússia.

Apesar de ainda não estar na fase madura do percurso de um guarda-redes, José Sá já revela atributos que, com o tempo, só poderão melhorar: agilidade, segurança, bons reflexos e jogo de pés, rapidez e coragem a sair dos postes e facilidade nas bolas altas. Foram essas qualidades, aliás, que o levaram à titularidade da seleção nacional de Sub-21 no Europeu da categoria de 2015, tendo sido eleito o melhor guarda-redes do torneio, que terminou como o menos batido - apenas um golo sofrido em cinco jogos.

Sá começou a jogar no Palmeiras, clube dos distritais de Braga. A relação com a baliza, porém, começou mais tarde - não foi amor à primeira vista. Começou por ser lateral direito e aos 12 anos, numa altura em que pensava abandonar o futebol, a vida trocou-lhe as voltas. A equipa precisava de um guarda-redes e o treinador descobriu no miúdo talento para a posição. A aposta foi mais do que acertada.

Dois anos depois, estava no Merelinense, em 2011 ingressou no Benfica e, um ano depois, assinou pelo Marítimo, onde terminou a sua formação. Na temporada seguinte, assumiu com êxito a titularidade na equipa B dos insulares, o que o levou à baliza da seleção de Sub-21, onde mostrou credenciais que não passaram despercebidas a ninguém.

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