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1
Iker Casillas
12
José Sá
24
João Costa
26
Vaná Alves
40
Fabiano
2
Maxi Pereira
5
Marcano
13
Alex Telles
19
Miguel Layún
21
Ricardo Pereira
23
Reyes
28
Felipe
30
Diogo Dalot
10
Óliver Torres
16
Herrera
20
André André
22
Danilo Pereira
25
Otávio
27
Sérgio Oliveira
7
Hernâni
8
Brahimi
9
Aboubakar
11
Marega
17
Jesús Corona
29
Soares

Sérgio Conceição

Vítor Bruno

Siramana Dembélé

Diamantino Figueiredo

Eduardo Oliveira

Nélson Puga

José Mário Almeida

Eduardo Braga

Luís Pinto

Álvaro Magalhães

Telmo Sousa

Manuel Vítor

José Luís Ferreira

Roberto Carreira
19

Miguel Layún

25-06-1988
Mexicana

Defesa

Velocista, atirador e polivalente

No atletismo estamos habituados a ver velocistas, no tiro atiradores, mas quando se vê Miguel Layún num campo de futebol há uma fusão entre os dois. A velocidade e o tiro de meia distância são algumas das armas deste lateral que nasceu destro - mas que por jogar mais frequentemente no lado oposto se tornou ambidestro - e que percorre com competência as zonas adiantadas do terreno, sobretudo como médio. No FC Porto, clube a que chegou a 31 de agosto de 2015, destacou-se mais como assistente, tendo somado 15 passes para golo em 2015/16. É um jogador que reúne características pouco comuns para quem ocupa aquela posição: é capaz de fazer todo o corredor, num vaivém constante entre a defesa e o ataque, em que se incorpora com facilidade.

Layún é um exemplo evidente de como com trabalho e persistência tudo se pode alcançar. Desde que começou a dar pontapés na bola estabeleceu objetivos. “Nunca disse ‘quero ser’, mas ‘vou ser’”, afirmou. Aos 20 anos, quando já era profissional do Veracruz, foi em busca do sonho europeu, tornando-se no primeiro mexicano a jogar na Serie A, pelo Atalanta, mas o que ele queria mesmo era regressar ao país natal para exibir a qualidade que ainda não tinha tido oportunidade de mostrar. Assinou pelo América e, apesar de os primeiros tempos não terem sido fáceis, foi conquistando os adeptos até se tornar um herói, quando apontou o penálti decisivo na final do Torneio de Clausura em 2013, que permitiu ao clube pôr fim a um jejum de seis anos sem títulos. Confiança foi algo que nunca lhe faltou e que também exibiu na passagem pelos ingleses do Watford, antes de chegar ao Dragão.

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