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1
Iker Casillas
12
José Sá
24
João Costa
26
Vaná Alves
40
Fabiano
2
Maxi Pereira
5
Marcano
13
Alex Telles
19
Miguel Layún
21
Ricardo Pereira
23
Reyes
28
Felipe
30
Diogo Dalot
10
Óliver Torres
16
Herrera
20
André André
22
Danilo Pereira
25
Otávio
27
Sérgio Oliveira
7
Hernâni
8
Brahimi
9
Aboubakar
11
Marega
17
Jesús Corona
29
Soares

Sérgio Conceição

Vítor Bruno

Siramana Dembélé

Diamantino Figueiredo

Eduardo Oliveira

Nélson Puga

José Mário Almeida

Eduardo Braga

Luís Pinto

Álvaro Magalhães

Telmo Sousa

Manuel Vítor

José Luís Ferreira

Roberto Carreira
21

Ricardo Pereira

06-10-1993
Portuguesa

Defesa

O protótipo do lateral moderno

Quando chegou ao FC Porto, no verão de 2013, era apontado como uma jovem promessa para a ala direita, apesar de, no Vitória de Guimarães, já recuar por vezes para a posição de lateral. Nos Dragões, cumpriu duas épocas de alguma intermitência, em que também foi por vezes lateral, como num célebre empate em Nápoles (2-2) em que alinhou como lateral… esquerdo! Seria um jogo premonitório: em 2015/16 e 2016/17, Ricardo foi emprestado ao Nice e cresceu essencialmente como lateral, em ambos os lados do campo. Aliás, foi mencionado por várias publicações como um dos melhores nesse posto específico na Liga francesa.

No verão de 2017, regressa “melhor jogador” ao Dragão, para assumir um papel importante na equipa. Assim se descreveu então o próprio Ricardo: “Um jogador adulto, mais velho, com mais experiência”. Na mesma entrevista, à Dragões, abordava a dicotomia defesa-extremo: “Penso que posso jogar em ambas as posições, mas talvez nesta altura me considere mais defesa”. Em ambos os postos, a velocidade e a procura da profundidade para causar desequilíbrios são as armas preferidas.

Nascido e criado no seio de uma família portista, em Lisboa, Ricardo esteve seis anos no Sporting até rumar à Naval, no seu primeiro ano como júnior. O impacto que teve na Figueira da Foz despertou o interesse do Vitória de Guimarães, clube ao serviço deu nas vistas na Liga portuguesa e em que conquistou o seu primeiro troféu como sénior. Na final da Taça de Portugal de 2013, frente ao Benfica, apontou o golo do 2-1, que permitiu aos minhotos arrecadar o troféu.

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