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07-12-2017

Ministro da Cultura de Cabo Verde vai facilitar a “entrada em força” do FC Porto no país

Abraão Vicente quer o know-how do Museu em vários projetos, como a candidatura da morna a património da Humanidade


O ministro da Cultura e Indústrias Criativas de Cabo Verde visitou esta quarta-feira o Museu, ainda antes do pontapé de saída do FC Porto-Mónaco, a que também assistiu. Abraão Vicente tem como objetivo estabelecer uma parceria com o clube: em primeiro lugar, para contar com o apoio do Museu na reformulação da rede museológica de Cabo Verde, que está associada à candidatura da morna a Património Imaterial da Humanidade; paralelamente, o ministro dispôs-se a “facilitar” o estabelecimento de outras parcerias.

“A minha visita tem a ver com a ideia de ter o know-how do FC Porto para construir aquilo que é o nosso projeto Museus de Cabo Verde. A Cesária Évora era adepta do FC Porto, que aliás lhe prestou uma das mais bonitas homenagens, algo pelo qual Cabo Verde está muito agradecido. Queremos ter um museu ligado à morna e, no próximo ano, a morna é candidata a Património da Humanidade. Ter o apoio simbólico do FC Porto seria muito interessante”, frisou a www.fcporto.pt.

Adepto fervoroso dos Dragões – “identifico-me com um clube que luta contra a própria conjuntura no país e que se afirma como representante de gente que trabalha e de uma cidade e de uma mística” –, Abraão Vicente vislumbra mais colaborações: “Pela disponibilidade demonstrada, temos várias possibilidades, desde a criação de uma Casa do FC Porto em Cabo Verde à entrada do Dragon Force. Somos um país de talentos futebolísticos e estou aqui para facilitar a entrada em força do FC Porto, que já tem um histórico”.

Esse passado refere-se, por exemplo, a cedência do sistema de iluminação e cadeiras do antigo Estádio das Antas para o Estádio da Várzea, na Praia. “Quero que as empresas e o mundo desportivo de Cabo Verde se interessem mais e estão abertas as portas para que o FC Porto seja um clube com mais presença no país”, reafirmou o ministro.

Abraão Vicente saiu “fascinado” do Museu, não só pelos “vários instrumentos tecnológicos” mas principalmente pela narrativa que é contada, que envolve também a cidade. “Não foram poupados esforços para dar uma visão apaixonada do clube, mas também há uma parte histórica muito bem tratada”, apontou o governante, que notou ainda que o facto de o museu ter sido o primeiro a ser aceite como membro afiliado da Organização Mundial de Turismo dá “credibilidade” à parceria com Cabo Verde.

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