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30-11-2017

Sérgio Conceição: “É um jogo muito importante, mas não decisivo”

Treinador antecipou o clássico da 13.ª jornada da Liga NOS, frente ao Benfica (sexta-feira, 20h30)


Ainda que descarte o rótulo de decisivo, Sérgio Conceição deixou claro que o clássico frente ao Benfica, da 13.ª jornada da Liga NOS, é muito importante. Na antevisão da partida, o técnico disse que este é um daqueles “jogos que valem seis pontos” (os três da vitória e os três que o adversário perde), mas lembrou que o favoritismo é apenas em teoria. Para chegar ao triunfo, o líder do balneário portista prometeu uma equipa à imagem do que tem sido habitual: “agressiva, com intensidade e com muita vontade de chegar à baliza, permitindo pouco ao adversário”.

As bases do jogo
“Não podemos saber o que vai ser o jogo do Benfica. Temos que saber o que nós vamos fazer e é assim que preparamos esta partida. Depois, espero um FC Porto igual ao que foi durante estes quatro meses, à exceção do último jogo na Vila das Aves, que foi o menos conseguido até agora: uma equipa agressiva, com intensidade e com muita vontade de chegar à baliza, permitindo pouco ao adversário. No fundo é o habitual, independentemente de contra quem jogamos.”

A luta pelo título
“É prematuro falar em decisões porque à 13.ª jornada nada é definitivo. Claro que é importante, muito importante, porque jogamos contra um rival e queremos ganhar. Como alguém já disse, estes são jogos de seis pontos: três que se ganham e outros três que o nosso adversário perde. Mas não acho que seja decisivo.”

Favoritismo é teórico
“Nos clássicos como este é difícil dizer quem é o favorito. Talvez caia sempre para a equipa que joga em casa, porque tem o apoio do público e o nosso tem sido verdadeiramente o 12.º jogador. Mas cada jogo tem a sua história e temos que nos concentrar neste, esquecendo um bocadinho o que é o historial. O nosso clube é grandioso, tem ganho muita coisa nos últimos anos, não só a nível interno, mas também externo, e é essa história que queremos honrar.”

Equipa preparada para todos os cenários do rival
“Tenho que preparar a equipa para uma realidade que pode ser de 4-4-2 ou 4-3-3. Estamos preparados para esses dois diferentes sistemas, sabendo eu, ou esperando saber, com 99 por cento de certeza, como eles vão atuar.”

Falar de futebol
“Eu quero falar de futebol e não do futebol. Tudo que tem a ver com a comunicação dos clubes, guerras com os árbitros e tudo o mais eu não quero falar. Quero falar do que se vai passar no terreno de jogo.”

Blindagem do balneário
“Temos que dar importância ao que é importante. E para nós o importante é trabalhar e preparar o jogo: analisar o jogo que passou e corrigir o que esteve menos bem. Obviamente que estamos atentos ao que se passa em torno disso, mas não é decisivo no nosso ambiente de trabalho.”

Ainda o jogo com o Aves
“Temos que ter consciência do que fizemos contra o Aves e não nos permitiu ter o resultado que nós queríamos. Empatar, para nós, é perder, e houve o sentimento de que poderíamos ter feito mais. Mas isso também já foi analisado, dissecado. E depois também houve uma ou outra situação que ditou esse resultado.”

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