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Garantia de Moncho López antes da visita do FC Porto ao Rilski Sportist, para a Taça da Europa da FIBA

A equipa de basquetebol do FC Porto desloca-se à Bulgária para defrontar o Rilski Sportist na 3.ª jornada do Grupo F da Taça da Europa da FIBA. O encontro está agendado para esta quarta-feira, às 16h30, na Arena Samokov.

Moncho López, na antevisão do encontro, falou sobre o atual momento do FC Porto e perspetivou o duelo com o Rilski Sportist, no início de mais um ciclo extremamente exigente para a formação azul e branca.

O estado de espírito da equipa
“Sentimos a tristeza pela derrota nos Açores mas estamos a trabalhar bem, conscientes de que os resultados vão melhorar. Procuro transmitir à equipa tranquilidade, no sentido em que não está a ser colocada em causa a sua atitude. Tivemos estas duas derrotas no campeonato mas são derrotas muito diferentes. Neste jogo com o Lusitânia a equipa fez todos os possíveis para tentar vencer. O segundo jogo da semana europeia cada vez nos custa mais. A equipa sente-se mal e faz parte do meu trabalho, sem retirar exigência, transmitir-lhes alguma tranquilidade e dizer-lhes que a sua atitude tem sido boa.”

Perspetivas para o jogo frente ao Rilski
“O jogo contra o Rilski é tão difícil como todos os que temos jogado na Europa ao longo dos últimos anos. Não queremos ouvir ninguém no FC Porto a dizer que somos a equipa inferior no grupo, mas é essa a realidade. Na Europa, somos obrigados a esforços extraordinários. Temos conseguido estar em situações de muito equilíbrio, até vencendo alguns jogos, em alguns casos impensáveis, mas realmente é muito difícil. Tentámos alterar algumas coisas, até no planeamento da pré-época, mas a verdade é que chegaram as duas competições e é muito difícil, está a custar-nos muito. Este jogo com o Rilski chega depois de uma derrota, fizemos dois treinos para o preparar, segue-se uma viagem complicada, vamos ver como nos vamos comportar, mas a verdade é que não deixa de ser um esforço extraordinário defrontar estas equipas.”

As ambições na Taça Europa da FIBA
“É uma luta desigual para todas as equipas portuguesas. Queremos ganhar jogos, queremos ganhar ao Rilski, vamos tentar, mas se analisarmos o percurso da equipa desde o início das competições europeias, vemos que o segundo jogo da semana é sempre muito complicado para nós. Temos de trabalhar muito para evitar isto. Antes de mais, vencer o primeiro jogo da semana. Depois, tentar que esse esforço não nos penalize tanto. Também precisamos de algo que não conseguimos comprar e que ninguém nos dá: precisamos de tempo. Tempo para recuperar os jogadores, tempo para nos entrosarmos. A equipa precisa de tempo e a pouco e pouco as coisas irão correr melhor. Mas a verdade é que não temos tempo, há que ganhar e ganhar já.”

Ciclo exigente de jogos no horizonte
“O jogo com o Rilski é exigente, depois na quinta-feira acordaremos muito cedo para viajar todo o dia e regressar ao Porto. Depois na sexta-feira já estaremos a viajar para Lisboa para defrontar o Benfica. Gostaríamos de ter, como as outras equipas têm, cinco ou seis dias para preparar um jogo. Mas a realidade é esta: queremos estar nas competições europeias e somos a única equipa portuguesa presente nas competições europeias. Uma não está porque desistiu, a outra porque não conseguiu estar. Não nos vamos queixar disso, mas é evidente que é um esforço muito grande para nós.”

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