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A Páscoa e a Revolução dos Cravos inspiram oficinas criativas para participar em família. Arte e cultura convidam a visitar “Curiosidade Vertical” e a seguir a “Pegada Artística”. Frankie Chavez sobe ao palco do “Dar Letra À Música”.

Os 70 anos da Secção de Bilhar do FC Porto, comemorados em 2019, reúnem-se numa diversidade de coleções de troféus, factos e figuras para descobrir na exposição temporária que o Museu FC Porto inaugura no dia 15 de abril. A Sala Multiusos recebe o evento e “Bilhar” é uma viagem no tempo pelas relações do clube com esta modalidade, recuando a eras anteriores à criação da própria Secção e revelando pormenores que explicam a razão de o FC Porto ser um modelo bilharista à escala mundial.

Conquistas como a Taça da Europa de Clubes, sequências de títulos em campeonatos nacionais e outras vitórias nas variantes de 3 Tabelas, Pool e Snooker convidam a descobrir um património invejável e inspirador em tons de azul e branco. Com programação adicional associada, como a visita orientada a realizar no dia 27, a exposição prolonga-se até ao próximo dia 14 de julho e é mais um projeto concretizado no âmbito da área temática/conceito 28., que revela mais história dentro ou fora do Museu. 

Inaugurado no passado mês de março, o Espaço João Espregueira Mendes (EJEM) reforçou o paradigma cultural do Museu e do Estádio do Dragão, apresentando, até 31 de agosto, a exposição temporária “Curiosidade Vertical”. Trata-se de uma seleção de 500 anos de arte decorativa portuguesa e um encontro de autores como Paula Rego, Dominguez Alvarez, Ângelo de Sousa, Fernando Lanhas ou Antoni Tàpies. Com curadoria do próprio programador do EJEM, Miguel von Hafe Pérez, a mostra revela peças de coleção privada e é o primeiro evento realizado nesta sala, nascida de um projeto cultural inédito do Museu FC Porto, em parceira com a família Espregueira Mendes. 

O ciclo de conferências de “Um Objeto e Seus Discursos por Semana”, iniciativa da Câmara Municipal do Porto, continua a incluir o Museu FC Porto, onde vai assinalar, a 6 de abril, também o Dia Mundial da Atividade Física. A obra ‘Valquíria Dragão’, concebida por Joana Vasconcelos para receber todos os visitantes no Hall do Museu, é o ponto de partida de uma conversa com as participações do crítico de arte e programador Miguel von Hafe Pérez e do professor e metodólogo de treino José Neto.

Ainda no domínio do património, o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (18 de abril) convida a descobrir a “Pegada Artística do Dragão” numa visita cultural ao centro do universo azul e branco, com vistas para a arquitetura, a pintura e a escultura e nomes de referência como Manuel Salgado, Júlio Resende e Alberto Carneiro, entre outros. Além disso, o “Objeto do Mês” (dias 1 a 30) partilha memórias associadas à Taça 9 de Abril, erguida em 1928 pelo FC Porto num jogo de futebol onde a solidariedade esteve em campo.

Na Terra do Dragão, espaço do Serviço Educativo, a Páscoa é uma das fontes de inspiração da “Música com Dragõezinhos” no primeiro domingo do mês e vai alimentar a imaginação de crianças e adultos na oficina criativa “Padrinhos Dragões”. Depois, no dia 25, a Revolução de Abril de 1974 é o mote para mais uma atividade lúdica e pedagógica dirigida às famílias, que podem ainda assistir a “O Porto é uma Lição” (dia 20), a exclusiva peça de teatro de marionetas que conta a história dos 125 anos do FC Porto, e conhecer um cão-salsicha muito especial em “Histórias com Dragõezinhos” (dia 27).

A noite de 18 de abril pertence ao “Dar Letra à Música”. Frankie Chavez estreia-se no auditório do Museu com estórias e, naturalmente, canções saídas de uma discografia poderosa que vai do single ‘The Search’ (2009) ao álbum ‘Heart and Spine’ (2014), entre outros projetos pessoais e colectivos, incluindo os efeitos sonoros colaterais da tour “I Dont Belong”. As perguntas e o humor estão a cargo da habitual dupla de apresentadores e provocadores do evento.

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