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Sérgio Conceição classificou o afastamento da Liga dos Campeões, frente ao Krasnodar, como um desfecho “cruel”

Para Sérgio Conceição, o afastamento do FC Porto frente ao Krasnodar, à terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões, foi “cruel”, mas pode ser também um ponto de partida e viragem para a conquista de títulos. O treinador, que compreende a tristeza e a desilusão dos adeptos, disse, em conferência de imprensa, estar “com toda a força do mundo” para o conseguir.

Crueldade e reação
“É ingrato, é cruel sofrer um golo aos dois minutos, numa falta de atenção, e o segundo golo surge quando estamos a atacar, à procura do empate, e depois de dois ou três ressaltos a bola sobra para o adversário e acabámos por sofrer um golo que não deveríamos sofrer. O terceiro golo aparece na terceira vez em que rematam à baliza, numa situação em que o Alex Telles está fora do campo. Aí fica difícil. Os jogadores reagiram de uma forma fantástica, muitas vezes sem discernimento, mas com uma convicção de que poderíamos dar a volta a este resultado.”

Em sintonia
“Aqui a sintonia é total. O presidente sabe que está completamente à vontade comigo. Tenho uma força enorme. Quando cheguei aqui, o FC Porto não ganhava nada há quatro anos e fomos campeões, ganhámos a Supertaça e jogámos as finais da Taça de Portugal e da Taça da Liga, perdemos o campeonato por dois pontos e fomos aos oitavos de final da Liga dos Campeões no primeiro ano e aos quartos no segundo ano.”

Intoxicação
“A possibilidade de alguém sair do grupo de trabalho é uma conversa que vamos ter em função daquilo que será o melhor para o FC Porto. Eu nunca serei um problema, gosto demais do FC Porto para ser um problema. Mas a intoxicação e o ambiente que tem sido criado ao FC Porto é inédito. Já ando no futebol há muitos anos e aquilo que foi criado entre treinador e estrutura, estrutura e treinador, adeptos contra treinador e treinador contra adeptos… é incrível. Não foi por isso que perdemos hoje, foi por erros meus.”

União
“Estou aqui com toda a força do mundo para que, a partir deste resultado, ganhemos títulos nesta temporada. Mas isto depende daquilo que o FC Porto, neste caso o presidente, quer para a equipa. Eu tenho a certeza absoluta de que nós estamos assim [unidos]. Não é fácil, porque o nosso lugar é na Liga dos Campeões e vamos estar na Liga Europa, que não é o nosso lugar. Compreendemos aquilo que é a tristeza e a desilusão dos adeptos, é a mesma que a nossa.”


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