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Sérgio Conceição projetou o FC Porto-Belenenses, da 30.ª jornada do campeonato (domingo, 21h30)

O FC Porto está de regresso a casa na 30.ª jornada da Liga NOS, que contempla uma receção ao Belenenses, no Estádio do Dragão, agendada para este domingo (21h30, Sport TV). Na antevisão com desafio com os azuis de Belém, Sérgio Conceição garantiu um FC Porto focado em si próprio e preparado para lutar pela conquista de mais uma vitória importante. À entrada para esta ronda, o FC Porto é líder isolado do campeonato, com 70 pontos, mais seis do que o Benfica, segundo classificado.

FC Porto a pensar em si próprio
“Esperamos o Belenenses que tem jogado ultimamente, com uma dinâmica diferente da que tinha no jogo do Jamor, na primeira volta. Pensamos principalmente em nós e no que temos de fazer para ganhar o jogo. Isso é o mais importante.”

Um jogo de futebol
“Amarelos, vermelhos, substituições, o apito do árbitro… Tudo isso faz parte de um jogo de futebol. Olhamos para o Belenenses e trabalhamos a pensar como se tem apresentado e no que temos de fazer para vencer. Não sei quem está à bica no Belenenses, mas na minha equipa tenho alguns. Mas não é por aí. Todos os jogos valem três pontos e o mais importante é o próximo jogo. Temos três pontos para conquistar no campo e é para isso que vamos trabalhar.”

O trabalho diário
“Não olhamos para nada a não ser a nossa equipa, o nosso trabalho diário e a seriedade nesse mesmo trabalho. As coisas que se dizem não muda nada em nós. São três pontos importantes que temos de conquistar. À medida que se aproxima o final do campeonato, cada jogo tem um peso enorme. Trabalhamos com tranquilidade e da mesma forma, independentemente do que se passa à nossa volta. O nosso trabalho é o mesmo. Focamo-nos no nosso dia a dia, no nosso trabalho. Há pontos para conquistar e sabemos que vai ser uma luta até ao fim. Temos essa consciência e esse realismo diariamente. O balneário pensa e sente as mesmas coisas que eu.”

O falecimento de Seninho
“Lamento a perda de um desportista de eleição. Faz parte da vida, infelizmente. Teve um trajeto de grande qualidade, dentro e fora do campo. É de lamentar a perda de uma pessoa como ele.”

A retoma do campeonato
“Acho que é um conjunto de situações que são novas para toda a gente, nomeadamente o facto de não haver público nos estádios. Há outros fatores que contribuem para este início ser diferente do que toda a gente esperava, mas a longa paragem também tem importância. Temos de viver com isto e acabar o campeonato dentro do contexto que temos, dando o melhor em cada jogo independentemente das diferenças que existem agora.”

A luta pelo título
“Se calhar o objetivo das pessoas que dizem que o título está entregue é distrair-nos. Cada jogador tem a sua tarefa diariamente e no jogo para o que o coletivo seja cada vez mais forte. Se individualmente estivermos no máximo, vamos ser mais fortes coletivamente. Claro que também há estratégias para mexer com esse lado emocional, motivando-os e dando-lhes tranquilidade para se exprimirem ao mais alto nível. O estado emocional é muito importante. Damos valor a tudo isso e estamos atentos. Os jogadores têm de estar emocionalmente bem para jogarem no máximo.”

Mbemba
“Não gosto muito de individualizar, mas o Chancel é um jogador que já conhecia dos tempos da Bélgica. É muito consistente em todas as posições que faz. Coloquei-o a central do lado direito e ao Pepe a central do lado esquerdo porque sei as características que tem e o que pode dar à equipa a partir daí. Ele é uma pessoa tranquila e não podemos dissociar o jogador da pessoa em si. É uma pessoa tranquila e respeitadora. Soube esperar pela sua oportunidade, com paciência e trabalhando do máximo. Aproveitou a oportunidade e é um jogador importante para a equipa.”

As recentes declarações do ex-Dragão Steve Defour
“É a opinião de um ex-jogador do FC Porto que esteve na mesma situação que nós e que conseguiu recuperar. Não há uma poção mágica para isso e eu até preferia começar em primeiro e acabar em primeiro. Isto faz parte do ADN do clube, um clube de gente que trabalha de forma muito séria e muito apaixonada por aquilo que faz. Isso está sempre presente, mas uns anos são melhores do que outros. Faz parte daquilo que é o futebol. Conheço bem o Defour e é uma opinião de alguém sobre uma experiência que passou.”

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