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O plantel principal do FC Porto não deixou apenas dois troféus no Museu

A época 2019/20 é marcante e inesquecível, por isso há que a eternizar no Museu FC Porto para além dos troféus de campeão nacional e da Taça de Portugal. O plantel portista, que alcançou uma brilhante dobradinha numa temporada com as vicissitudes que se sabe, doou uma série de objetos ao Museu que têm um simbolismo especial e que representam muito daquilo que foi a caminhada triunfal dos Dragões em 2019/20.

A geleira em que tantas vezes se sentou Sérgio Conceição durante os jogos; a camisola de Pepe, o jogador mais antigo do plantel; a braçadeira do capitão Danilo e de Nélson Puga, o responsável máximo do Departamento de Saúde de clube; a bola do clássico com o Sporting (2-0), no qual o FC Porto assegurou matematicamente a conquista do título nacional; as chuteiras de Alex Telles (38), que destronou Ricardo Quaresma (37) como rei das assistências no Estádio do Dragão, ou as luvas de Diogo Costa são apenas alguns dos objetos que poderão ser contemplados no Museu FC Porto a partir de agora.

Mas há mais. A cadeira do sócio número 17, o mais antigo e com Lugar Anual, também vai ter um espaço próprio, tal como a gravata do presidente mais titulado do mundo, de forma a assinalar a conquista do 62.º título no futebol sob a liderança de Jorge Nuno Pinto da Costa. Também há lugar para uma máscara personalizada de Sérgio Oliveira, um dos elementos do lote de capitães, e para a braçadeira que Luís Gonçalves, diretor-geral dos Dragões, sempre levou para o banco. Pequenos objetos que demonstram a grandeza de um grupo que superou todas as adversidades e que honrou sempre o símbolo do FC Porto.

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