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Rui Silva dá o mote para o Meshkov Brest-FC Porto, da Liga dos Campeões (quarta-feira, 17h45)

A elite do andebol europeu regressa à ação já esta quarta-feira. A partir das 17h45 (FC Porto TV/Porto Canal), o FC Porto entra em campo no Sportshall Victoria, na Bielorrússia, para defrontar o Meshkov Brest. Frente ao atual terceiro classificado do grupo A da Liga dos Campeões, Rui Silva espera um desafio de elevada “qualidade e exigência” frente a uma das “grandes equipas” do velho continente. Apesar de todos os 16 participantes na fase de grupos da maior prova de clubes do mundo já terem lugar garantido nos oitavos de final – fruto das limitações impostas pela pandemia – o número 14 azul e branco reforça que “ficar em quinto ou em sexto é muito diferente” tendo em vista o lote de adversários que se podem cruzar com os Dragões na fase seguinte. “Vai ser um jogo complicado, mas temos a ambição que nos caraterizou ao longo destes anos”, sintetiza o central portista de 27 anos.

Mudança de chip
“É difícil, vimos de uma competição nacional onde o nível é relativamente mais baixo. Ter que mudar para esta qualidade e exigência da Liga dos Campeões torna-se complicado, mas, como temos vindo a dizer desde o início, o facto de estarmos lá, de nos batermos contra estas grandes equipas todos os anos e provarmos que temos qualidade para vencer também é gratificante para nós. Ao mesmo tempo é sinal de que temos de trabalhar ainda mais, sermos mais exigentes connosco próprios para podermos derrotar os adversários que nos aparecem.”

Ambiciosos como sempre
“Temos tido bastante sucesso contra o Meshkov Brest. Acabámos por fazer bons resultados, mas sabemos das dificuldades que vamos ter contra eles. Sabemos que em casa eles têm tido resultados muito bons, o que faz com que o jogo seja mais difícil. Sendo a única equipa que pode tirar proveito do facto de jogar com público é muito importante para as contas finais. Ficar em quinto ou em sexto é muito diferente pelo adversário que vamos apanhar na próxima fase. Vai ser um jogo complicado, mas temos a ambição que nos caraterizou ao longo destes anos. Seja onde for e contra quem for, vamos jogar para ganhar.”

De trás para a frente
“Está mais do que visto que uma boa defesa e um grande guarda-redes atrás torna o jogo mais fácil. A diferença está, cada vez mais, nesses pormenores. Se somos menos exigentes na parte defensiva vai-se tornar fácil para o adversário num nível tão alto como este. Isso reflete-se e é ainda mais complicado contra estas equipas, quando temos de andar atrás do resultado. Porque são equipas mais fortes, com jogadores mais fortes e habituados a este nível. Se a coesão existir desde o início, se estivermos compactos e juntos, acredito que se torna mais fácil alcançar o nosso objetivo, que é ganhar o jogo.”

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