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Jorge Nuno Pinto da Costa destaca os contributos prestados pelo FC Porto a Portugal na Dragões de abril

Na mais recente página assinada na revista Dragões, Jorge Nuno Pinto da Costa afirma o orgulho que é para o FC Porto “ajudar a elevar o nome de Portugal lá fora”. Na edição 413 da publicação oficial do clube, o presidente portista salienta ainda que, apesar de não haver “quem governe ou tutele” o desporto, e ainda que haja um Estado incumpridor, nunca irá parar “de lutar para que o FC Porto continue a ser do melhor que existe em Portugal”.

Apesar do FC Porto ser “um clube orgulhoso das raízes que tem na cidade do Porto e no Norte, onde encontra os fundamentos da sua identidade”, é também um “clube nacional”, afirma Pinto da Costa. A prova disso mesmo são os “inestimáveis contributos prestados pelo FC Porto a Portugal” nestes primeiros meses de 2021, indica o Presidente, passando a uma exemplificação concreta.

No futebol, o FC Porto eliminou a Juventus, uma equipa “que dispõe de recursos financeiros incomparavelmente superiores” aos dos portistas, e, como tem vindo a ser regra, é reconhecido como “uma das oito melhores [equipas] da Europa”, começa por referir o líder máximo dos azuis e brancos.

Também a formação portista é enaltecida por Pinto da Costa. O exemplo, bem recente, é o sucesso da seleção portuguesa de sub-21, que, como relembra o Presidente, tinha “cinco jogadores” do plantel treinado por Sérgio Conceição e “oito criados entre a Constituição e o Olival”. Com estes dados, irrefutavelmente apresentados, o dirigente máximo do clube da Invicta conclui: “A excelente participação da seleção portuguesa de sub 21 no Campeonato Europeu também se deve, em grande parte, à qualidade e ao sucesso da nossa formação, normalmente tão desprezada pelos entendidos da nossa praça que de futebol não percebem nada”. Mas não só ao futebol se cinge a representação do país por parte do FC Porto.

No andebol, esta representatividade ainda salta mais à vista. Além de atingir os oitavos de final da Liga dos Campeões, prova em que tem “protagonizado mais uma excelente participação”, o FC Porto contribuiu, em larga escala, para o “feito inédito” que foi a “qualificação recente da seleção dessa modalidade para os Jogos Olímpicos”, tendo cedido 11 jogadores à equipa nacional, frisa o dirigente.

Pinto da Costa, por fim, reitera que representar Portugal lá fora é “um motivo de grande orgulho” e acrescenta: “Ainda maior por sabermos que o FC Porto tem feito pelo país muito mais do que o que o país tem feito pelo FC Porto ou pelo desporto em geral”. Em suma,  o Presidente garante que, apesar de não haver um apoio mútuo entre o FC Porto e o país, nunca abandonará a exigência que faz do FC Porto o melhor que existe em Portugal: “Vivemos, infelizmente, num Estado que não cumpre as obrigações que tem para com empresas que pagam muitas dezenas de milhões de euros em impostos, e que, no caso específico do desporto, não tem sequer quem governe ou tutele este setor. É o país que temos. Não deixaremos, nem por isto, de lutar para que o FC Porto continue a ser do melhor que existe em Portugal”. 

A versão integral deste texto de Jorge Nuno Pinto da Costa está disponível em acesso livre através desta ligação.
 

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