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Ivan Sliskovic anteviu o ABC-FC Porto, da oitava jornada do campeonato (domingo, 15h00)

Depois de uma exibição inolvidável frente ao Barcelona, os pupilos de Magnus Andersson deslocam-se a Braga para defrontarem o ABC, no que é um clássico do andebol português (domingo, 15h00, Porto Canal/FC Porto TV). Ainda sobre o jogo da passada quinta-feira, Ivan Sliskovic revelou que, no final, os portistas acabaram por “ficar tristes” porque ambicionavam conquistar “os dois pontos”, mas partilhou o sentimento que a Nação Porto também demonstrou: “Estou muito orgulhoso da prestação da equipa, do esforço feito por todos”. 

O lateral esquerdo, que foi eleito para o sete ideal da sexta ronda da Liga dos Campeões, mostrou-se “contente” com a sua “evolução”, mas salientou o quão difícil é manter-se nas escolhas iniciais do treinador portista: “É sempre difícil para o Magnus escolher entre um leque de jogadores para a mesma posição. Também não é fácil para os jogadores porque, para estarmos sempre no sete inicial, temos que ser muito constantes em todos os jogos”. Sobre o clássico do próximo domingo, Sliskovic explicou que se a equipa não der tudo “desde início”, pode “ter problemas”: “Acredito na nossa qualidade, estamos cada vez melhores, mas temos que o demonstrar em campo”.

O rescaldo do escaldante embate frente ao Barcelona
“No final do jogo, acabamos por ficar tristes porque queríamos os dois pontos. Penso que merecíamos, mas não nos assentou mal o empate porque eles tiveram o último ataque. Foi um bom jogo, mas, na segunda parte, cometemos demasiados erros e pecamos um pouco na defesa, o que é essencial para vencer o Barcelona. De qualquer forma, estou muito orgulhoso da prestação da equipa, do esforço feito por todos. É um ponto importante para a nossa caminhada na Liga dos Campeões.”

A exigência de Magnus Andersson
“É sempre difícil para o Magnus escolher entre um leque de jogadores para a mesma posição. Também não é fácil para os jogadores porque, para estarmos sempre no sete inicial, temos que ser muito constantes em todos os jogos. Muitas vezes, não é fácil, mas estou contente com a minha evolução. A minha missão é contribuir para que a equipa jogue o melhor andebol possível, nenhum jogador é mais importante que a equipa e quero reforçar o esforço coletivo no jogo com o Barcelona, e como isso foi o mais importante.”

O alerta para o jogo em Braga
“Todos os jogos são uma página em branco. Se não nos mostrarmos fortes desde início, podemos ter problemas. Acredito na nossa qualidade, estamos cada vez melhores, mas temos que o demonstrar em campo. Acredito que o vamos fazer.”
 

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