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Capitão azul e branco leva já 16 golos em 30 jogos na presente temporada

Reinaldo García prolongou o vínculo que o liga ao FC Porto até 2023. O hoquista argentino de 39 anos chegou à Invicta em 2001, oriundo dos argentinos do Olimpia Patín Club, tendo atuado pelos azuis e brancos, numa primeira fase, até 2007, e contribuído para os primeiros seis títulos do decacampeonato alcançado entre 2001/02 e 2010/11. Nalo prosseguiu a carreira no Liceo da Corunha, onde esteve durante duas épocas, tendo ainda cumprido seis ao serviço do Barcelona antes do regresso ao FC Porto, clube que voltou a representar a partir de 2015/16. Em 2021/2022, o capitão leva já 16 golos apontados em 30 jogos, incluindo dois preciosos que ajudaram na conquista da Taça Intercontinental, o único troféu internacional que faltava no palmarés portista.

Nas primeiras palavras após a assinatura do novo vínculo, o 57 azul e branco descreveu o momento “como um sonho”, tendo reiterado o termo para explicar o que sente por “poder continuar a representar este emblema ao mais alto nível”. O capitão explicou que se cuida “bastante” porque “é a única maneira de continuar a um bom nível” e mantém a ideia de que “há sempre algo a melhorar, mesmo sendo o mais antigo da equipa”. Convidado a recordar os melhores títulos, elegeu “o primeiro, ainda em Fânzeres” e o seu “sétimo, o do regresso”, tendo destacado ainda um “chapéu” ao Benfica em 2017, um dos três golos que marcou nessa vitória por 9-7 em 2017 e que considerou “bonito”, apesar de não ligar “muito aos golos”. Por fim, sobre Jorge Nuno Pinto da Costa, afirmou que o presidente está “muito presente nas modalidades” e que tem com o dirigente máximo do clube uma relação “muito cordial”: “Todo o apoio que ele nos dá é fenomenal e com certeza vai continuar a fazê-lo”.

O sonho de renovar e de continuar num grande clube
“É como um sonho. Quando nós, atletas, começamos a jogar hóquei, temos a aspiração de chegar a seniores. Eu queria vir para a Europa e para um grande clube e, quando estás num clube como o FC Porto tantos anos, é um sonho. Não é fácil estar num clube desta dimensão tanto tempo, é preciso muito trabalho, sorte também, há vários fatores em jogo para isso acontecer. É um sonho poder continuar a representar este emblema ao mais alto nível e estou muito feliz por poder continuar aqui durante mais uma época. Quero continuar a trabalhar, foi assim que cheguei aqui e é assim que quero prosseguir.”

O segredo da longevidade competitiva
“Gosto de desafios e são tempos diferentes. Antigamente, acabava-se a carreira mais cedo, mas hoje há mais cuidados, o trabalho é mais específico e eu cuido-me bastante nesse sentido. É a única maneira, na minha idade, de continuar a um bom nível. Vou continuar a cuidar-me, a trabalhar diariamente e a tentar aprender com os meus colegas e com os erros. Há sempre algo a melhorar, mesmo sendo o mais antigo da equipa, é a minha maneira de pensar. Não sei tudo e é nisso que penso no dia a dia para poder continuar a evoluir.”

Os títulos de melhor memória
“Acho que não tenho um título de campeão nacional favorito, mas, a eleger um, escolho o primeiro, ainda em Fânzeres, porque foi o primeiro como sénior e o primeiro do “deca”, e depois o meu sétimo, o do regresso. Esse foi marcante porque era um novo projeto, o FC Porto não ganhava o campeonato há algum tempo e conseguimos com muito trabalho.”

O chapéu ao Benfica que fica eternizado
“Não ligo muito aos golos, sinceramente. Eu sou mais um jogador de construir, de assistir, mas logicamente que gosto de marcar golos, todos gostam. Há um de que me lembro: foi aqui no Dragão Arena, contra o Benfica, um chapéu que fiz ao guarda-redes e que para mim foi bonito. Nesse jogo, ganhámos bem ao Benfica e gostei desse golo.”

As qualidades de um presidente omnipresente
“Apesar de parecer que está só no futebol, o presidente está muito presente nas modalidades. Nos momentos importantes, ele está sempre aqui. A relação que tenho com ele é muito cordial, logicamente não falamos todos os dias, mas quando é preciso que algo aconteça ou quando precisamos de alguma coisa, está sempre disposto a ajudar-nos. Ele foi dirigente do hóquei em patins e tem um carinho especial pela modalidade. Todo o apoio que ele nos dá é fenomenal e com certeza vai continuar a fazê-lo.”

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