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Gilberto Duarte quer escrever “uma nova história” e promete “esforço, trabalho e motivação” ao serviço da equipa de andebol do FC Porto

Gilberto Duarte está de volta a casa para reforçar a equipa de andebol do FC Porto, ao serviço da qual se sagrou Heptacampeão Nacional entre 2008 e 2015. A viver “uma experiência fantástica”, o internacional português garante que “a vontade é sempre máxima” e que “a motivação está toda lá para começar a trabalhar a sério e ajudar a equipa a atingir os objetivos” com “a mesma mentalidade de vencer e de lutar até ao fim”.

“O objetivo será sempre jogar jogo a jogo, título a título. Queremos vencer o próximo jogo e vencer o próximo título. O objetivo é esse, dar o máximo possível para atingir os objetivos do Clube. O que está para trás é história, uma história muito bonita, mas agora temos de pensar no presente e no futuro”, afirma o lateral de 35 anos decidido a escrever “uma nova história” no Dragão Arena.

Primeiras sensações
“Está a ser uma experiência fantástica, ainda estou a tentar gerir emoções e a tentar assimilar tudo. Estes primeiros dias estão a ser espetaculares.”

Motivação máxima
“A vontade é sempre máxima, tenho muita motivação para ajudar a equipa seja em que clube for, mas no FC Porto ainda mais. A motivação está toda lá para começar a trabalhar a sério e ajudar a equipa a atingir os objetivos.”

Um pilar na defesa
“Nesta fase da minha carreira, a minha função numa equipa mudou. Foco-me mais no processo defensivo e em transportar a bola no contra-ataque. Sou um jogador totalmente diferente do que era há dez anos, mas acredito plenamente que vou conseguir ajudar, principalmente na defesa, tentando contribuir para a energia na equipa.”

A primeira passagem
“Esses anos ajudaram-me bastante nos clubes que representei fora de Portugal com a mesma mentalidade de vencer e de lutar até ao fim. Ensinaram-me a nunca desistir e a carregar uma força enorme em todos os países e cidades por onde passei.”

Sete títulos consecutivos
“Marcaram-me todos, principalmente o último. Quando se chega ao final da carreira, começa-se a pensar nos sítios por onde se passou com bastante felicidade e as muitas boas memórias que colecionei aqui têm vindo ao de cima. Ter a oportunidade de voltar a esta casa é espetacular. Não consigo pôr ainda em palavras o que significa para mim.”

Os anos do Hepta
“Nós nunca pensávamos que íamos bater recordes, pensávamos campeonato a campeonato e a cada ano que passava os adversários queriam ganhar ainda mais. Tivemos de manter um nível muito elevado para poder fazer algo assim.”

Golos preferidos
“É difícil, é difícil, principalmente que agora não é tanto a minha função. É difícil de pensar num golo mais ou menos importante.”

Voz da experiência
“Na altura eu tive algumas referências e, se desta vez o meu papel for esse, eu estarei aqui para ajudar com todo gosto. Vou dar o máximo que puder e vou ajudar naquilo que me for pedido.”

Wisla Plock, Barça, Montpellier, Goppingen, AIX e AEK
“Foram experiências valiosas, porque tive acesso a várias culturas desportivas, e como pessoa fizeram-me crescer a muitos níveis. Acredito que todo esse conhecimento e todas essas experiências que vivi sejam uma mais-valia neste momento.”

Jogar contra o FC Porto
“Foi complicado, uma pessoa tem de ser profissional em campo e tem sempre que dar tudo. Lembro-me de ver a minha irmã aos saltos na bancada e de lhe dizer «por favor tem calma». Eu queria sair do campo, mas não podia, tinha que voltar para cumprimentar os meus adversários. Foi complicado de gerir, mas naqueles 60 minutos temos de ser profissionais e dei tudo de mim, como aprendi no Clube.”

Promessa feita
“Até ao final da minha carreira, sempre que entrar em campo é para dar 100%. No dia em que isso não acontecer, no dia em que deixar de ter vontade, será o dia em que acabo a carreira.”

O número 90
“O 5 já está a ser utilizado e o 90 foi o número que usei em França, que representa a geração de 1990. Faz mais sentido usá-lo agora, porque é uma nova história. Não é uma continuação, é uma nova história. Sou um novo jogador, então marca-se com um novo número. Mas a ambição é sempre a mesma.”

O carinho dos portistas
“Em primeiro lugar, quero agradecer todo o apoio que senti sempre que visitava a cidade. Fui sempre muito bem recebido e muitas das vezes ouvia palavras que me deixavam feliz por saber que tinha feito um bom trabalho ou que tinha deixado uma boa imagem. Em segundo lugar, posso prometer esforço, trabalho e motivação até ao final. Já tinha muitas saudades de casa.”

Jogar no Dragão Arena
“Lembro-me que na altura sentia uma grande honra e prazer. Neste momento, sinto uma ansiedade enorme para começar, para vestir pela primeira vez a camisola, e uma motivação enorme para continuar a trabalhar. Para mostrar que ainda há mais para dar. Só no primeiro jogo, quando entrar em casa, é que poderei conseguir pôr as palavras cá fora.”

Reencontro com Daymaro Salina
“Já falei com ele sobre isso e é engraçado, porque eu já dei a volta ao mundo e ainda consigo encontrar pessoas que conheço bem e que são amigos para a vida. Fico muito contente por encontrá-lo aqui.”

Foco no presente e no futuro
“O objetivo será sempre jogar jogo a jogo, título a título. Queremos vencer o próximo jogo e vencer o próximo título. O objetivo é esse, dar o máximo possível para atingir os objetivos do Clube. O que está para trás é história, uma história muito bonita, mas agora temos de pensar no presente e no futuro.”

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