Diogo Costa deu “os parabéns aos jogadores que entraram por terem ajudado” na vitória frente ao FC Arouca (3-1)
Após uma vitória frente ao FC Arouca (3-1) dedicada “ao amigo Borja Sainz”, a quem mandou “um grande abraço de forte apoio”, Diogo Costa explicou que o FC Porto podia “ter resolvido o jogo na primeira parte”, mas realçou a “reação após o golo sofrido” e deu “os parabéns aos jogadores que entraram” porque “houve uma mudança de ritmo muito forte”.
Capitão de um coletivo que “está todo no mesmo barco”, o capitão contrariou “a narrativa em que dizem que o FC Porto tem de ganhar” e frisou que o plantel “quer mesmo ganhar, por isso corre mais do que os outros”. “Toda essa vontade é espelhada nos duelos e nos quilómetros percorridos, isso é ser Porto”, afirmou com “ainda mais confiança” pelos três pontos conquistados e antes de um mês trabalhoso que “não assusta”: “Somos uma equipa muito intensa, não é um problema para nós”.
Os reforços saídos do banco
“Temos vindo a falar dessa falta de eficácia e dessa forma limpa de colocar a bola na baliza. Podíamos ter resolvido o jogo na primeira parte, entrámos muito bem e começámos o jogo a marcar, podíamos ter dado seguimento, mas temos de realçar a reação após o golo sofrido. Esse susto fez-nos ganhar energia, quero dar os parabéns também aos jogadores que entraram, vieram acrescentar muito ao jogo, houve uma mudança de ritmo muito forte e é isso que levamos para o jogo importante que se segue.”
Uma famiglia unida
“Quando estamos todos no mesmo barco… é isso que pedimos aos jogadores que estão no banco, que já estejam a ler e a viver o jogo, bem como a sentir o que a equipa está a precisar. Mais uma vez, dou-lhes os parabéns por nos terem ajudado. Queremos dedicar esta vitória ao nosso amigo Borja Sainz, que está a passar um momento difícil. Queremos mandar-lhe um grande abraço de forte apoio.”
Mentalidade à Porto
“Há uma narrativa em que dizem que temos de ganhar, mas a diferença é que nós queremos mesmo ganhar, por isso é que corremos mais do que os outros. Toda essa vontade é espelhada nos duelos e nos quilómetros percorridos, isso é ser Porto.”
A melhoria na finalização
“Estávamos a entrar numa fase de frustração, o mister já tinha falado nisso, temos insistido nisso, mas o trabalho está lá e acreditamos no nosso trabalho.”
O golo sofrido
“Estou completamente tranquilo. É um trabalho coletivo, queremos ganhar o jogo, mas sofrermos um golo não nos vai quebrar a confiança. Temos de sair deste jogo com ainda mais confiança nas nossas ideias.”
O calendário apertado em março
“Não assusta. Somos uma equipa muito intensa, não é um problema para nós.”
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