Cláudio Ramos faz manchete na mais recente revista Dragões
A edição número 471 da revista Dragões já está disponível e o grande destaque é Cláudio Ramos, um “beirão portuense” que está na sexta época ao serviço do FC Porto e já conhece o Clube de trás para a frente. “Aqui, quando concedes um empate, parece que o mundo acaba, vive-se tudo muito intensamente, a fasquia nunca desce”, sabe quem gostava de “ter tido a oportunidade de chegar aqui muito mais cedo, porque isto é que faz crescer e ser melhor”, e quem tem “o objetivo de ser titular sempre”, mas está especialmente focado em dar o melhor, independentemente dos minutos: “Se sou o número 2, tenho que ser o melhor número 2 de todos”.
“Nada se compara a ganhar um campeonato com o FC Porto” para o guarda-redes que não nasceu portista, mas tem “a certeza de que neste momento é e vai morrer portista”. Por isso, no Olival “dá sempre tudo pelo Clube”, “luta sempre ao máximo” e tenta “sempre dar o melhor” sob o olhar atento de Francesco Farioli, “um treinador à Porto”. Ser jogador “é muito mais do que os 90 minutos” e o plantel conseguiu transformar “essa competitividade caraterística em amizade”, muito devido aos momentos difíceis que passaram num período tão precoce, de que é o maior exemplo a morte e Jorge Costa, alguém que “era a história que tem no FC Porto” e “todo o legado que deixou”.
O Eterno Capitão “faz muita falta”, até porque era anormalmente bom ter no dia a dia “uma pessoa que ganhou o que ganhou e que falava como se nunca tivesse ganho nada”, e Cláudio Ramos vinca por isso uma vontade de todo o grupo: “O Jorge merece muito que no fim, nos Aliados, levantemos a taça para ele”.
Em fevereiro, escreve-se também sobre o “Presidente dos Impossíveis”, Jorge Nuno Pinto da Costa, que partiu há um ano e deixou um legado imenso e inesquecível capaz de colocar até “O céu a falar com sotaque”.
De volta ao relvado, destaca-se o espírito resiliente sempre presente para lutar até à “Última bola”. Entre a Liga e a Europa, o FC Porto atravessou semanas com a mesma ideia de fundo: vencer sem se desviar do método. Agora, é hora de enfrentar novos desafios no campeonato e na Taça, numa altura em que já está definido “O caminho para Istambul”.
Dentro do plano geral e coletivo, há espaço para as histórias de cada um. Um dos protagonistas mais recentes a estar em evidência foi Oskar Pietuszewski, extremo polaco de 17 anos que na Madeira se tornou o estrangeiro mais jovem de sempre a iniciar um jogo oficial pelo FC Porto e, frente ao FC Arouca, voltou a quebrar recordes ao marcar o golo mais rápido do Estádio do Dragão e ao tornar-se o estrangeiro mais jovem a festejar de azul e branco. Em destaque, tem estado também Seko Fofana, “O box-to-box que faz acontecer” e que bebe dos ensinamentos do ídolo Yaya Touré.
No número 471 da publicação oficial do Clube, recorda-se que o troféu do Mundial deixou de ser horizonte distante para caber na mão num dia em que André Villas-Boas afirmou estatuto, Roberto Carlos emocionou e a cidade respondeu. E se de ouro falamos, não pode ser esquecido Amesterdão, o palco perfeito para Rui Barros, que abriu o filme, passou Menzo e Verlaat e escreveu a vitória sobre o Ajax na Supertaça Europeia de 1988.
No feminino, descobrem-se as histórias de “Galochas”, a defesa central batizada num dia de chuva que joga com nervos por fora e ambição por dentro. Joana Ferreira explica por que razão “ser Porto é ser diferente” antes de Saška Đurović, central montenegrina do voleibol que no FC Porto encontrou “uma família”, eleger o azul como “a cor perfeita”.
Também no pavilhão, as renovações de Rafa e Xavi Malián no hóquei em patins enquadram-se no lema “A base fica, o topo chama”, o plantel de andebol às ordens de Magnus Andersson ganhou três trunfos - Ante Grbavac para a baliza, João Gomes para a lateral direita e Gilberto Duarte para a defesa - que querem ajudar no ataque às decisões e Robbie Beran rendeu-se à paixão e à união do balneário e só pensa em crescer, competir todas as noites e “deixar os adeptos orgulhosos”.
A edição número 471 da revista Dragões chegará, brevemente, às FC Porto Stores. Até lá, encontra-se disponível na sua versão digital. É fácil e gratuito.

O Portal do FC Porto utiliza cookies de diferentes formas. Sabe mais aqui.
Ao continuares a navegar no site estás a consentir a sua utilização.