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Declarações de João Brandão após o FC Porto B 0-0 UD Oliveirense

O jogo entre o FC Porto B e a UD Oliveirense terminou sem golos (0-0) e João Brandão viu “um FC Porto dominador, controlador e a criar oportunidades”, com “um bloco defensivo muito coeso”, mas constatou que “faltaram algumas coisas a nível ofensivo, nomeadamente eficácia”. “Num jogo tão equilibrado e tão fechado é importante ser eficaz nas poucas oportunidades que se cria”, explicou o técnico satisfeito porque “os jogadores não viraram a cara a luta e encararam o desafio como deve ser”, mesmo a jogar em inferioridade numérica depois da saída de André Oliveira devido a lesão.

O penálti por assinalar
“Foi um jogo difícil numa semana desafiante de preparar. Isso foi-se notando ao longo do jogo, na forma como tivemos de gerir a minutagem do Gonçalo Sousa e do Tiago Andrade. Alguns jogadores sentiram-se condicionados e nós tivemos muitas dificuldades para preparar este jogo, mas os jogadores não viraram a cara a luta e encararam o desafio como deve ser, à Porto. É óbvio que nos faltaram algumas coisas a nível ofensivo, nomeadamente eficácia, porque num jogo tão equilibrado e tão fechado é importante ser eficaz nas poucas oportunidades que se cria. Hoje não conseguimos ser, mas fomos sempre um bloco defensivo muito coeso e foi muito difícil para a Oliveirense encontrar espaços dentro do nosso bloco. Foi um FC Porto dominador, controlador e a criar oportunidades, mas é difícil não falar deste último lance…”

A lesão de André Oliveira
“Os jogadores nunca viraram a cara à luta e tentaram ganhar, mesmo com 10. Formámos um bloco coeso, com duas linhas de quatro e o Melnichenka na frente e recuperámos duas bolas em que podíamos ter criado mais sobre o corredor direito. Mesmo com 10, conseguimos ter o jogo instalado no meio-campo adversário, foi pena não conseguirmos concretizar as oportunidades e também foi pena a lesão do André Oliveira, que vamos agora perceber o que poderá ser. Queríamos muito ganhar este jogo pelas ausências que temos, não só do André Miranda, mas também do Brayan Caicedo, do Martim Cunha e do Yoan Pereira, que são jogadores que nos fazem falta. Desejo as melhoras a esses todos e espero que a lesão do André Oliveira não seja aquilo que todos pensamos que poderá ser. Os jogadores foram à procura do jogo e quiseram lutar, mas foi pena não conseguirmos concretizar as oportunidades que criámos.”

Do último para o sexto lugar
“Tem sido um desafio grande preparar cada jogo e fazer crescer estes jovens. Esta semana é um exemplo disso. Quero deixar uma palavra para os jogadores do sub-17, como o Tcherno Jamanca e o João Brito, que têm trabalhado connosco para se adaptarem ao ambiente e à exigência do futebol profissional. Quero deixar também uma palavra para a grande vitória dos sub-19, com um espírito muito forte dos jogadores que pertencem à equipa B, que não foram aos sub-19 para cumprir minutos, mas para acrescentar e para trazerem um espírito muito forte. Outros jogadores, como o Gonçalo Sousa, o Tiago Andrade e o Gabriel Brás estiveram presentes nas convocatórias da equipa A e isso cria um desafio grande na preparação do jogo. Esse também é o propósito da equipa B e estamos muito satisfeitos com a classificação. Queremos mais, queríamos ganhar este jogo, mas também estamos muito satisfeitos com o que está a ser construído por cada um dos jogadores.”

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