João Brandão e Gabriel Brás lançam o FC Porto B-GD Chaves da 28.ª jornada da Segunda Liga (segunda-feira, 18h00)
Depois da derradeira pausa FIFA de 2025/26, a competição está de regresso para o FC Porto B, que fecha a 28.ª jornada da Segunda Liga com uma receção ao GD Chaves (segunda-feira, 18h00, Porto Canal), no CTFD Jorge Costa e com entrada livre para os detentores de Lugar Anual. Para o treinador João Brandão, do outro lado está um adversário “recheado de jogadores competentes e experientes” e que joga “uma das últimas possibilidades de reentrar na luta pela subida”, por isso há que melhorar “a eficácia ofensiva” e “iniciar este ciclo até ao fim da temporada da melhor forma”. O capitão Gabriel Brás, consciente da “responsabilidade extra”, apelou à “força extra” dada pelos adeptos. Na antecâmara deste duelo, o FC Porto B é oitavo classificado com 38 pontos, enquanto o GD Chaves segue na 11.ª posição, com 36.
João Brandão
O GD Chaves
“Acima de tudo, espero um GD Chaves que vem jogar aqui uma das últimas possibilidades de reentrar na luta pela subida, que era o grande objetivo para esta época. É um GD Chaves recheado de jogadores competentes e experientes e tem no Roberto um dos melhores marcadores de sempre da Segunda Liga. É um desafio tremendo para nós, mas queremos dar uma resposta forte depois desta pausa para as seleções. Queremos iniciar este ciclo até ao fim da temporada da melhor forma.”
Vitória em Chaves (0-1) na primeira volta
“Cada jogo é uma história e será escrita uma história diferente. Desejamos muito conquistar os três pontos, mas também temos de nos focar no caminho para a vitória e não só na meta final.”
Criar e concretizar
“Nos últimos jogos, a eficácia ofensiva foi algo em que não estivemos tão bem. O que criámos e produzimos não se traduziu em golos. É um dos pontos a melhorar.”
Os muitos portistas nas seleções nacionais
“Antes de mais, é um orgulho tremendo ver a forma como os nossos jogadores se apresentaram nas diferentes seleções. Foram 18 jogadores no total, nove da equipa B. O nosso capitão [Gabriel Brás] também representou a seleção como capitão e isso demonstra o crescimento de todos eles, mas em particular dele. Foi uma oportunidade tremenda para os nossos jogadores sentirem o nível de exigência da equipa A e sentirem na pele o nível que têm de atingir para se poderem afirmar. Só assim poderão tornar realidade o grande sonho deles, que é jogar na equipa A do FC Porto. Tem o lado menos positivo, que foi a ausência dos jogadores, além de alguns que temos limitados, mas quem for a jogo vai com uma vontade tremenda e com um orgulho tremendo em representar o FC Porto. O trajeto que temos tido esta época merece que neste novo ciclo seja traduzido em vitórias e em pontos.”
Gabriel Brás
A braçadeira de capitão
“Mesmo que não fosse um dos capitães, se há algo que todos têm de ter dentro de si é responsabilidade. Claro que sendo o capitão tenho uma responsabilidade extra, mas encaro isso de forma natural e todos os dias tento ajudar os meus colegas e a minha equipa.”
As idas às seleções nacionais
“Faz parte do meu crescimento e do meu trabalho. Fico muito feliz por representar o meu país e aquilo que faço na seleção é aquilo que faço no FC Porto. Não mudo a minha forma de ser e de jogar. É o que me move.”
O apoio dos adeptos
“Os adeptos são sempre importantes e no nosso Clube ainda mais. Sentimos a presença deles de forma forte e em cada jogo que nos apoiam, são uma força extra para nós.”
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