Declarações de João Brandão após o FC Porto B 0-3 Leixões SC
O FC Porto B perdeu contra o Leixões SC (0-3) na 30.ª jornada da Segunda Liga, “um jogo duro e ingrato” para João Brandão. “A eficácia do Leixões e a nossa ineficácia ditam o resultado”, constatou o técnico antes de “dar a cara pelos jogadores, porque foram bravos, nunca viraram a cara à luta e nunca largaram o jogo, muitas vezes mais com o coração do que com a cabeça”. “Não estamos satisfeitos porque não ganhamos. Essa é a cultura que se vive no FC Porto e essa é a cultura que eu quero que os meus jogadores tenham”, reforçou o treinador para quem “ainda há muitos objetivos para cumprir, muito para correr, muitos golos para marcar e muito para conquistar” nas quatro jornadas que restam até ao final do campeonato.
Desfecho amargo
“Foi um jogo duro e ingrato, acima de tudo. Temos responsabilidades, sim. Tínhamos de matar o jogo mais vezes, de estar mais equilibrados, de retirar a profundidade quando o a adversário tinha a bola e de fazer mais faltas, à imagem do que o Leixões fez, pois parou constantemente os nossos contra-ataques. Foi um jogo muito ingrato… a eficácia do Leixões e a nossa ineficácia ditam o resultado. Podíamos ter feito o 1-0, antes de o Leixões marcar o primeiro, podíamos fazer o 1-1 quando o Leixões faz segundo, tivemos a oportunidade do Gabi, a do Tiago Andrade e a do Tiago Silva na primeira parte. Dou a cara pelos jogadores porque foram bravos, nunca viraram a cara à luta, nunca largaram o jogo, mesmo na segunda parte, muitas vezes mais com o coração do que com a cabeça. Mas foram bravos. Obviamente que ficou muita coisa por fazer na primeira parte, mas continuamos orgulhosos do trabalho que estávamos a fazer. É exatamente dessa forma que estamos cá para assumir que hoje não foi um dia para nós.”
Resposta para dar em Penafiel
“O processo está aí, está à vista de todos. A equipa cresceu, os jogadores cresceram, há gente jovem e com muita qualidade a chegar, mas nós olhamos para os jogos determinados a ganhar e hoje não estamos satisfeitos porque não ganhamos. Essa é a cultura que se vive no FC Porto e essa é a cultura que eu quero que os meus jogadores tenham. Obviamente que não estamos felizes com o que aconteceu hoje, mas estamos muito orgulhosos daquilo que temos vindo a construir. Faltam quatro jogos que temos de encarar com muita coragem e de abraçar como um grande desafio para continuarmos a crescer enquanto equipa. Ainda há muitos objetivos para cumprir, muito para correr, muitos golos para marcar e muito para conquistar. É um longo caminho para esta rapaziada, que é muito nova, e também para a equipa, porque há sempre processos que estão em desenvolvimento. Hoje foi notório que ainda temos de solidificar alguns desses processos e desenvolvê-los a nível defensivo e ofensivo. Por isso, abraçarmo-nos uns aos outros neste momento que dói, e que tem de doer, porque no FC Porto vive-se de vitórias e é isso que eu espero ver no jogo em Penafiel.”
Notícias Relacionadas
O Portal do FC Porto utiliza cookies de diferentes formas. Sabe mais aqui.
Ao continuares a navegar no site estás a consentir a sua utilização.