Natalia Murek antevê o FC Porto-SC Braga, o jogo 3 da final da Liga de voleibol (quinta-feira, 20h00)
A partir das 20h00 desta quinta-feira (Porto Canal), a final da Liga feminina de voleibol regressa ao Dragão Arena com tudo empatado fruto das vitórias caseiras do FC Porto e SC Braga nos dois primeiros jogos (1-1). Depois de “uma derrota inesperada” e “que foi uma grande lição”, Natalia Murek constata que “é muito importante ganhar em casa” e que “um bom ambiente no pavilhão e uma boa atitude coletiva” são meio caminho andado para o conseguir.
“Estamos motivadas, toda a gente sabe qual é o nosso objetivo e queremos ser campeãs”, revela a zona 4 polaca, “uma jogadora que dá 100% todos os dias, seja numa final ou noutro jogo qualquer”: “Dou sempre o máximo e é esse o meu papel. Cabe-me ser um exemplo nas vitórias e nas derrotas, vou dar sempre o meu melhor e tentar fazer as pessoas felizes, porque isso é muito importante”.
Tudo igual
“Não estávamos à espera de perder em Braga, mas continuamos a precisar de ganhar três jogos para nos sagrarmos campeãs e vamos dar tudo para o conseguir. Foi uma derrota inesperada, mas aprendemos com ela e queremos ganhar a eliminatória.”
Ponto de viragem
“É muito importante ganhar quando jogamos em casa perante os nossos adeptos, que nos apoiam nos bons e maus momentos. É essencial aproveitar o fator casa e seria mais fácil ir a Braga sabendo que ganhámos o terceiro jogo e que estamos a uma vitória do título”.
Ainda o desaire em Braga
“Só somos vencedores ou perdedores durante um dia. Temos de seguir rapidamente em frente e há um ditado que diz «nunca é uma derrota, é sempre uma lição» e esta foi uma grande lição para nós. Vamos aprender com ela e queremos aproximar-nos do objetivo final. Estamos motivadas, toda a gente sabe qual é o nosso objetivo e queremos ser campeãs.”
A importância do bloco
“Está 1-1, por isso ambas as equipas vão estar muito motivadas. De certeza que o SC Braga não vai desistir e temos de lutar muito. Somos uma equipa forte no bloco e essa é a melhor forma de travar o ataque delas. Um bom ambiente no pavilhão e uma boa atitude coletiva também vão ajudar.”
A força das bancadas
“Apesar de não o podermos demonstrar enquanto estamos a jogar, nós ouvimos os adeptos, sentimos o apoio deles e adoramos que venham aos jogos. Com a ajuda deles saltamos mais alto e atacamos com mais força. Precisamos muito deles, especialmente numa final.”
Palavra de capitã
“Sou uma jogadora que dá 100% todos os dias, seja numa final ou noutro jogo qualquer. Dou sempre o máximo e é esse o meu papel. Cabe-me ser um exemplo nas vitórias e nas derrotas, vou dar sempre o meu melhor e tentar fazer as pessoas felizes, porque isso é muito importante.”
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