Sérgio Ferreira, o treinador Campeão Nacional, afirma que o alinhamento entre todos no Clube “é perfeito”
O troféu de Campeão Nacional brilhantemente conquistado pela equipa de sub-19 já está no lugar a que pertence, o Museu FC Porto. Sérgio Ferreira, um dos principais obreiros deste feito, falou de “uma sensação enorme” e de uma “missão cumprida”, mas “a base foram as conquistas diárias”. Sublinhando que os Dragões competiram por muita gente ligada ao Clube, o treinador acredita que esta é uma “geração brilhante” e preparada para “dar grandes respostas em patamares mais desafiantes”. “Todo o alinhamento entre a equipa de sub-19, a equipa B e a equipa B foi perfeito e percebeu o momento certo para cada jogador”, reforçou Sérgio Ferreira.
A entrega do troféu ao Museu
“É uma sensação enorme, que é difícil de descrever, mas é também uma sensação de missão cumprida. Acima de tudo, por tudo o que este troféu representa para o Clube, mas a base foram as conquistas diárias. É uma conquista da superação, da transcendência e sempre fiéis àquilo que são os princípios do FC Porto. Sermos muito exigentes, muito rigorosos e termos muita ambição é fundamental. Isto não é só nos jogos, cria-se e cultiva-se diariamente. Estes jogadores foram enormes e muitos fizeram um grande esforço entre a equipa de sub-19, a equipa B e a equipa A. Mas também é isso que nos preenche e orgulha enquanto treinadores, vê-los a dar grandes respostas em patamares mais desafiantes. Este troféu também tinha um propósito, que era jogar pelo Clube, jogar pelo nosso presidente, jogar sempre pela vitória e também pelas nossas famílias. Jogamos por nós, mas também jogamos por outras pessoas, como o nosso Eterno Capitão Jorge Costa.”
Um título com dedicatória especial
“Em tom mais egoísta, também o fiz pela minha mãe. Era algo que já perseguia. Sei que está lá em cima e que está extremamente feliz pela conquista do filho pela portista ferrenha que era.”
Uma geração brilhante
“Eles já são uma geração brilhante porque aquilo que já tinham feito antes foi fantástico. Foi muito o que é ser Porto. Relembro que no passado conseguimos competir até à penúltima jornada contra um rival muito forte e com jogadores bem mais velhos do que os nossos. Fizemos uma época tremenda com seis sub-17 a jogar regularmente, o que também contribuiu para que esta época fosse tão boa como foi. É uma geração brilhante, com diferentes talentos e diferentes essências. O que é importante é perceber aquilo que eles podem dar. Todo o alinhamento entre a equipa de sub-19, a equipa B e a equipa B foi perfeito e percebeu o momento certo para cada jogador.”
A relação com Francesco Farioli
“Primeiramente, obriga-nos a ser muito ágeis, muito plásticos. Estamos aqui para responder às exigências de uma equipa principal e também foi com esse espírito de missão que encarámos esta época. Sabíamos que seria assim desde o dia 1. Crescemos porque estamos alinhados com a exigência do patamar profissional e não é um patamar profissional qualquer. Estamos a falar do FC Porto, que tem uma exigência muito particular e muito própria. É importante realçar a importância de alguém nesta articulação toda, que é o André Castro. Já o conhecia e não me surpreendeu, é alguém brilhante enquanto pessoa e treinador.”
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