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Francisco Moura

O lateral esquerdo natural de Braga deu os primeiros passos na Academia Lacatoni, mas cedo ingressou no clube da terra, ao qual esteve vinculado durante 15 anos. Percorreu todos os escalões da formação arsenalista, estreou-se pela seleção de sub-18 e demorou apenas seis meses a ser chamado aos sub-19. Em 2018, na Finlândia, esteve entre os juniores portugueses que bateram a Itália na final (4-3) e se sagraram Campeões Europeus de seleções. Esse bom momento teve continuidade na equipa B bracarense, antes de o internacional jovem ser cedido à Académica de Coimbra e de regressar ao Minho para integrar o plantel principal. Carlos Carvalhal lançou-o logo à segunda jornada de 2020/21, fê-lo debutar na Liga Europa passado um mês e Francisco Moura começou a ganhar nome em novembro, quando bisou em apenas 13 minutos na Luz e garantiu a vitória do SC Braga contra o Benfica (3-2). Na altura descreveu-se como “um jogador explosivo” que consegue “ler bem o jogo e perceber o momento certo para pressionar ou ficar mais atrás na posição”, mas uma lesão contraída na semana seguinte viria a afastá-lo até ao final dessa temporada. Apesar de ter disputado 42 jogos em 2021/22 acabou por sair emprestado e por contribuir diretamente para seis golos nas primeiras 34 partidas realizadas na nova casa, números que levaram o Famalicão a contratá-lo em definitivo e a utilizá-lo em 36 jogos durante o percurso que culminaria com o oitavo lugar do campeonato. O lateral assinou dois golos e cinco assistências na última campanha. Nomeado capitão no arranque da terceira época, foi totalista no corredor esquerdo do quarteto defensivo que só sofreu golos à 4.ª jornada, em Guimarães, e chegou ao Dragão com o rótulo de Defesa do Mês atribuído pela Liga Portugal.

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Jogos

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Golos

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