Rodrigo Mora em entrevista ao Canal 11
Ainda no rescaldo da conquista do título nacional, “um sonho” pelo qual “valeu a pena passar por momentos difíceis”, Rodrigo Mora afirmou que “o segredo para vencer o campeonato foi a união do grupo”. “Sabíamos que muita gente ia dizer que o FC Porto ia cair, mas não caiu. Unimos o grupo, não deixámos que nada de fora entrasse e mostrámos muito bem ao que íamos. Unidos e não ouvindo o que se passou de fora, conquistámos o título”, explicou antes de elogiar Francesco Farioli, um treinador cuja “imagem de marca é a exigência física”.
“É um treinador muito sério e focado no que se tem de fazer. Em cada treino, manteve-se focado, a equipa técnica nunca facilitou, sempre nos puxaram para cima de forma a que déssemos mais um bocado. Eles trabalharam muito para este título como nós trabalhámos”, assegurou em entrevista ao Canal 11 o médio “mais completo” e com “orgulho de estar no FC Porto”.
Deixadas palavras de apreço ao presidente, “que está a fazer um grande trabalho”, e aos colegas Jan Bednarek, Thiago Silva, Victor Froholdt e Francisco Moura, o camisola 86 lembrou Jorge Costa, um símbolo do Clube que “fez muito pelo FC Porto” e “estará sempre presente”, e abordou a possibilidade de jogar o Mundial: “Depois de ser Campeão Nacional, o meu sonho é ir ao Mundial. É um sonho para o qual tenho trabalhado muito, espero ser convocado e que sejamos campeões. Poder estrear-me com a camisola da seleção nacional seria algo que me traria um enorme orgulho e é algo que quero muito”.
A conquista do título
“Foi um momento de alegria. Só queria festejar com os meus colegas e com a minha família porque foi um ano difícil para mim, de mudança, e queria aproveitar esse momento de felicidade com eles. Fiquei muito feliz, eles ficaram muito felizes por mim e quero agradecer-lhes por todo o apoio que me deram durante a época.”
Festa merecida
“Só queria estar com os meus colegas a saltar e a sorrir. Estávamos muito felizes e a aproveitar porque trabalhámos muito durante o ano para chegar a esse momento. Depois do jogo fomos todos para o balneário festejar, estivemos a dançar com o presidente e com o míster, desfilamos também muito felizes e foi por aí. É um sentimento de objetivo cumprido do grupo.”
Os “reis da festa”
“Há dois jogadores que durante a época são mais calmos e que, na festa, estavam engraçados: o Luuk de Jong e o Victor Froholdt. Estavam felizes pelo título e para mim foram os reis da festa.”
A música do título
“Para mim, a música do título é a “Última Dança”, do Chico da Tina com o Lucas Maia. Dançámos no desfile porque é uma boa música e porque, quando saiu, vimos muitos portistas a fazer essa dança. Deu-nos mais energia para conquistar este título.”
Ainda nas nuvens
“Ainda não me caiu a ficha. Só nas férias, quando descansar um pouco do futebol, é que vou pensar no ano que tive, no que fiz e no meu sonho concretizado. Por enquanto, estou focado nos meus objetivos finais.”
Uma família no Olival
“O segredo foi a união. Desde o primeiro momento em que nos sentámos com o míster, ele transmitiu isso mesmo. Tivemos algumas perdas no nosso caminho e a nossa união, o facto de ajudarmos sempre o colega do lado, foi o que nos ajudou a evoluir e a continuar a ganhar os jogos. Foi um ano difícil para todos e apoiámo-nos muito, foi isso que nos trouxe mais rápido para os treinos e para os jogos. Com a união, o resto vem naturalmente.”
Os momentos mais difíceis da temporada
“Especialmente o momento da morte do Jorge Costa… Era o nosso diretor, o nosso Bicho, estávamos todos os dias com ele e ver uma pessoa partir assim custa muito. Ele fez muito pelo FC Porto e este título sem dúvidas que foi conseguido por ele. Agradecemos por tudo o que fez por nós e este título foi por ele. Ele estará sempre connosco.”
Jorge Costa
“O Jorge Costa sempre foi uma pessoa que brincou muito comigo, era uma pessoa muito brincalhona em tudo o que podia. Mas o que tiro dele é o empenho e a entrega que demonstrava todos os dias, fosse no que fosse. Estava sempre a sorrir e divertido. Nesse momento no Estádio do Dragão emocionei-me porque pensei que esteve comigo no ano passado, num ano importante para mim, e hoje não está aqui connosco. Isso custa-nos muito. Ele merecia muito isto, esteve sempre connosco e estamos muito felizes por lhe termos dado este título. Tínhamos algumas brincadeiras de balneário. Essas brincadeiras e alguns nomes que me chamava vou levar comigo. Para mim será sempre uma pessoa brincalhona que estará sempre connosco. O Jorge Costa sentia muito o FC Porto, sabia o que era honrar esta camisola e demonstrava isso, fosse nos jogos, enquanto era jogador, ou no papel de diretor. Passou-nos essa mensagem do quão difícil e exigente era e isso passou para a equipa. Em todos os lances, a equipa entregou-se e teve sempre uma atitude muito boa. Foi uma pessoa muito importante para nós e continuará sempre a ser.”
Um verão de mudanças
“Da época passada para esta, mudou muita coisa. Jogadores, treinadores… ficou aqui pouca gente depois uma época que não tinha sido nada fácil. Mesmo o míster, não estando cá, não teve uma época fácil no Ajax, mas acho que isso também foi o que uniu o grupo. O míster disse-nos que vínhamos todos de um momento difícil e que esta ia ser uma temporada de grande felicidade para todos, e foi. Toda a gente acreditou na mensagem do míster e juntos conseguimos. Sabíamos que ia ser um ano difícil e foi, mas também sabíamos que, se estivéssemos juntos, ninguém nos poderia parar. Assim foi.”
O foco sempre virado para dentro
“Nós sentíamos que, se fizéssemos o melhor todos os jogos e entrássemos sempre com a concentração certa, estaríamos mais perto de vencer. É difícil entrar altamente concentrado todos os jogos, mas a equipa esteve em quase todos. Sabíamos que se fizéssemos bem o nosso trabalho, não tínhamos de pensar nos adversários e iríamos chegar onde queríamos.”
Os clássicos
“Sabemos que são jogos de 50/50 porque são duas equipas com qualidade, mas também sabemos o que valemos e que podíamos vencer qualquer jogo. Isso foi o mais importante. Acabámos por vencer o Sporting em Alvalade, eles eram Bicampeões e pouca gente esperava esse resultado, mas este grupo acreditou.”
A vitória em Alvalade
“Acho que esse jogo em Alvalade muda muita coisa. Toda a gente acreditava, mas essa vitória deu um boost extra para o que faltava da época. Foi muito bom ir ganhar a casa do Sporting, ajudou-nos a conquistar este título.”
A reviravolta em Braga
“Aí ainda era muito cedo para dizer que o título não ia escapar. Só depois da vitória frente ao SC Braga é que ganhei consciência de que o título estava mesmo muito próximo. Aquela reviravolta com o golo do Seko Fofana… Não pude jogar, mas fui ao estádio ver o jogo e, quando ele marcou, festejei muito por saber que era um passo importante no campeonato. E foi. A partir daí, empatámos com o FC Famalicão, mas tudo se tornou mais fácil para a conquista do campeonato.”
A derrota em Rio Maior
“Não mexeu muito porque temos líderes que souberam gerir o grupo. Nada entrou. Sabíamos que muita gente ia dizer que o FC Porto ia cair, mas não caiu. Unimos o grupo, não deixámos que nada de fora entrasse e mostrámos muito bem ao que íamos. Unidos e não ouvindo o que se passou de fora, conquistámos o título.”
Uma bolha azul e branca
“Tentamos abstrair-nos, claro. Ouvimos coisas, como toda a gente, mas tentamos concentrar-nos nosso trabalho. A verdade é que cada vez se fala mais em cenários hipotéticos, mas fechámo-nos e dissemos que não íamos ouvir o que diziam de fora porque sabíamos da nossa qualidade e que, se fizéssemos o nosso, iríamos atingir o objetivo.”
O filtro da informação
“Depende de como cada jogador reage às notícias. Eu não ligo, não levo como combustível, mas há jogadores que podem levar. Quanto menos virem ou ouvirem, melhor para o grupo.”
Colegas e grandes amigos
“Sem dúvida de que o João Costa, o Alberto Costa e o Francisco Moura foram com quem passei mais tempo este ano. Dentro e fora de campo, temos uma grande relação e apoiamo-nos muito. Isso também é o futebol, criamos amigos e não tenho dúvidas de que serão para a vida toda.”
Seko Fofana
“O Seko Fofana chegou mais tarde, mas também é um grande amigo. Os outros estiveram comigo desde o início, mas comecei a dar-me com o Seko Fofana em janeiro, já lá vão uns meses, e ele está a tentar ensinar-me francês, mas não sou muito bom. Só sei algumas palavras.”
Jan Bednarek
“Sem dúvida de que foi uma grande contratação. Nos treinos, nota-se que é um líder e que é diferente em cada detalhe. É um central de topo. Foram muitos anos na Premier League e vejo isso em cada detalhe. Chegar rápido à bola, não deixar marcar um livre, são coisas que tem como líder. Não é o nosso capitão, é o Diogo Costa, também um grande líder, mas é como se fosse porque sabe muito e ajuda-nos em muita coisa.”
Qualidade no eixo defensivo
“Não sei se era a referência que faltava, mas foi uma grande contratação e mostrou a qualidade que tem. Com o Jakub Kiwior, o Dominik Prpić, o Thiago Silva e o Nehuén Pérez, temos cinco centrais de grande qualidade que mostraram o que valiam. Confio em cada um deles e é assim que um grupo tem de estar.”
Victor Froholdt
“Nota-se logo. A vontade que ele tem em todos os treinos e todos os jogos é algo a que se tem de tirar o chapéu. É um grande jogador com um grande potencial. É uma pessoa um pouco tímida, tentamos sempre tirar-lhe palavras da boca, mas ele não gosta de falar muito. Não tenho dúvidas de que ele é um grande jogador e que será um dos grandes médios do futebol, só tem de continuar assim e terá um futuro brilhante pela frente.”
Thiago Silva
“Todos responderiam o Thiago Silva. É um dos melhores centrais da história do futebol. Poder agora treinar, falar com ele e ouvir os conselhos dele é algo que nunca imaginei.”
A experiência como mãe de todo o conhecimento
“Tudo o que ele disser eu ouço. Conselhos de futebol e da vida, ajuda-me muito. Diz-me o caminho certo, se devo soltar mais rápido a bola ou pressionar de forma mais agressiva, ele dá-me conselhos dentro de campo que me ajudam muito. Isso é muito importante para mim e fico muito agradecido.”
Francisco Moura
“Foi uma época difícil para ele. Foi criticado injustamente. Claro que os adeptos querem sempre ganhar e ficam chateados seja com o que for, mas, falando do lance frente ao Sporting, é um lance que poderia ter acontecido comigo ou com qualquer outro colega. Demos-lhe um abraço para que sentisse que estamos com ele. Não foi uma época nada fácil para ele, até porque ele não queria que nada disso tivesse acontecido, mas é um grande jogador e não tenho dúvidas de que vai ganhar muitos títulos.”
A lesão de Samu
“Não é fácil falar nesses momentos, mas disse-lhe que ele ainda era jovem e tinha muitos Campeonatos do Mundo para jogar. Vai jogar muitos Mundiais e marcar muitos golos porque tem muita qualidade e vai continuar a ser um grande avançado, só tem de continuar a trabalhar.”
Francesco Farioli
“A imagem de marca é a exigência física que ele gosta e quer. Nós corremos muito, isso nota-se em todos os jogos e reflete-se nos resultados. É algo que demonstrou desde a pré-época que era algo de que gostava e que queria que fizéssemos. Com o passar do tempo, a equipa demonstrou isso mesmo, corremos mais do que qualquer outra equipa no campeonato.”
A adaptação às novas funções
“Tive de me adaptar um pouco ao estilo de jogo do mister e mudar a minha forma de jogar, porque sabia o que o míster queria e era diferente daquilo a que estava habituado, então tive de me esforçar ainda mais a nível físico e defensivo porque era o que ele queria. Trabalhei muito nisso este ano, o míster pediu-me e eu esforcei-me para ajudar os meus colegas também. Sou um jogador diferente. Estou melhor em muitos aspetos, se calhar perdi alguns, mas defensivamente estou um jogador diferente, mesmo com bola venho buscar a bola mais atrás e faço jogar a equipa. Não é o mesmo Rodrigo Mora do ano passado, mas estou mais completo e isso importa muito. O que fazia o ano passado não fiz tanto este ano. Claro que queria fazer, mas nem sempre é possível. Não há pernas para tudo, mas juntar tudo seria a melhor combinação.”
A evolução diária
“Tive de tentar perceber o que o míster queria, ver também o que fazia o Gabri Veiga, que está mais habituado à posição. Foi um ano difícil para mim, tentei sempre pensar no que poderia melhorar e a cada treino fui melhorando. Com o passar do tempo, o míster também percebeu isso e fiquei um jogador mais completo, isso nota-se nos jogos.”
Um sonho realizado
“Sem dúvida. Fui Campeão Nacional e isso é o que queria mais neste momento. Era um sonho e para cumprir um sonho vale a pena fazer tudo o que eu fiz e passar por momentos difíceis. Valeu tudo a pena.”
Gabri Veiga
“Eu e o Gabri Veiga falávamos muito. Ficávamos os dois muito chateados porque ambos queríamos jogar. Mesmo jogando, sabíamos que iríamos sair aos 60 minutos e isso não era fácil para nós, falámos com o míster sobre isso, mas é a ideia dele e fomo-nos habituando. Não havia nada a fazer, só tínhamos de continuar. Eu e o Gabri Veiga sempre tivemos uma relação muito boa e é assim que uma equipa tem de ser, unida. Acabou por ser uma época boa para os dois.”
A gestão de minutos
“Ficávamos mais chateados com o míster por nos tirar aos 60 minutos ou por nos colocar em jogos à vez, mas nunca um com o outro. Brincávamos sobre isso e perguntávamos ao míster porque não podíamos jogar juntos, mas tudo na brincadeira e correu tudo bem. Eu e o Gabri Veiga queríamos muito jogar juntos, mas o míster é que sabe.”
Intensidade máxima
“São treinos pesados, muito difíceis e intensos. Acho que são parecidos aos jogos, em tudo o que fazemos respiramos pouco, sempre com muitos duelos. É parecido ao que acontece nos jogos. Em nenhum treino facilitamos e é isso que o míster quer, que nós demos o máximo porque o treino prepara-nos para os jogos.”
O treinador no dia a dia
“É uma pessoa tranquila, não é de se enervar ou de berrar. É tranquilo, fala normalmente para todos e é uma pessoa igual à que veem nas conferências. É um treinador muito sério e focado no que se tem de fazer. Em cada treino, manteve-se focado, a equipa técnica nunca facilitou, sempre nos puxaram para cima de forma a que déssemos mais um bocado. Eles trabalharam muito para este título como nós trabalhámos.”
O primeiro discurso de Francesco Farioli
“Lembro-me de estarmos na sala e de ele falar das feridas que nós tínhamos da época passada e que ele também tinha. Disse-nos que era o momento para as curar e esta época sem dúvidas que curou.”
O reconhecimento por tanto esforço
“O míster fala inglês. Se falar italiano, é porque já está chateado. O que mais me agradou foi ele ter percebido o quanto eu me esforcei e quanto quis mudar para jogar na tática dele. Não foi uma transição fácil mudar do meu estilo de jogo para o dele e foi bom ele perceber o quanto eu quis mudar para jogar e ser Campeão Nacional.”
O mercado
“Às vezes falam de coisas que não acontecem ou que podem acontecer. Eu vejo as notícias, mas tento não ligar muito. Ficar no FC Porto é sempre um sonho para mim. Estou aqui desde os oito anos, já lá vão 11, e é sempre um orgulho estar aqui, no Clube em que cresci e aprendi durante a formação. Ficaria muito contente por ficar.”
Mais um sonho para cumprir
“Depois de ser Campeão Nacional, o meu sonho é ir ao Mundial. É um sonho para o qual tenho trabalhado muito, espero ser convocado e que sejamos campeões. Existe a possibilidade de ir, estou na pré-convocatória e tenho trabalhado, por isso espero ir, mas a seleção portuguesa tem muita qualidade e qualquer um pode ir. Se for, estarei muito grato, se não for serei mais um a apoiar.”
As mais-valias para a seleção
“Acho que posso ser o amuleto da sorte. Na única vez que fui, vencemos a Liga das Nações, por isso pelo menos amuleto posso ser [risos]. Falando mais a sério, posso trazer a minha qualidade, a minha irreverência e a minha imprevisibilidade. É isso que posso trazer à seleção nacional.”
A primeira convocatória
“Foi um sonho, mais uma vez. São coisas que acontecem muito rápido. Não estava à espera de ser convocado, fiquei muito feliz. Estar ali com jogadores que costumava ver quando era miúdo na televisão deu-me muito orgulho e lembrou-me de tudo o que já conquistei na carreira. Foi um momento de orgulho para mim e para a minha família ser Campeão Nacional e ir à seleção, foi muito bom para mim.”
Cristiano Ronaldo
“Claro que toda a gente quer falar com o Cristiano Ronaldo, foi a primeira pessoa que cumprimentei quando cheguei. Na altura tínhamos tido um jogo amigável contra uma equipa marroquina e ele perguntou como correu. Falámos um bocadinho, fiquei um pouco nervoso e tímido, o Diogo Costa disse-me que passados dois dias ia passar e a verdade é que passados esses dois dias já estava a falar com toda a gente e a brincar. Sou tímido no início, mas isso passa.”
Vitinha
“Essa comparação é boa. Se eu tivesse o percurso do Vitinha era muito bom para mim. Ele trabalhou muito para estar onde está, no PSG, ser vencedor da Champions e poder vencer outra vez este ano. Estou a trabalhar para chegar a esse nível. Tanto ele como o João Neves e o Bruno Fernandes ajudaram-me muito quando cheguei à seleção. Tentei perceber quais são as melhores qualidades deles e percebi, porque são grandes jogadores nos treinos. Nota-se a qualidade e estou muito grato pela ajuda deles.”
Entre os melhores do mundo
“Vejo nos treinos e digo que são jogadores de enorme qualidade. Claro que depois tento aplicar no meu estilo de jogo. Ver em casa é uma coisa, mas depois ao vê-los nos treinos percebe-se por que razão são os melhores do mundo. Concorrência não são. O míster decide, são bons companheiros de seleção, pessoas que me ajudaram muito e só tenho de continuar. Se estiver na convocatória, vou ficar muito feliz.”
A vontade de representar Portugal
“Seria uma felicidade enorme por poder disputar um Campeonato do Mundo. Poder representar o meu país como fiz até agora nas camadas jovens e poder estrear-me com a camisola da seleção nacional seria algo que me traria um enorme orgulho e é algo que quero muito.”
André Villas-Boas
“O presidente é mais tranquilo. Há jogos em que fala, dá a sua opinião e diz o que é melhor, mas é muito tranquilo. É um presidente jovem, mas que está a fazer um grande trabalho. Este título é muito dele. Contratou as pessoas certas e por isso quero dar-lhe os parabéns e a toda a estrutura do FC Porto. Ele confia no míster e nós confiamos no míster, por isso os conselhos vêm mais da equipa técnica.”
Fora dos relvados
“O Rodrigo Mora é uma pessoa brincalhona, gosta de estar em casa e de sair com amigos, como qualquer pessoa. Fora de campo, tento divertir-me com todos.”
O salto ainda na juventude
“Nunca imaginei ser Campeão Nacional e já ter ganho uma competição por Portugal aos 19 anos. Só falta estrear-me com a seleção principal para juntar a isso.”
Dois anos de crescimento
“Coletivamente, foi o melhor ano da minha carreira. Individualmente, foi um ano de afirmação na equipa principal e em que vivi momentos de felicidade e tristeza por tudo o que se passou. No final da época, a conquista da Liga das Nações trouxe-me também muita felicidade, por isso foram dois anos incríveis e só tenho a agradecer.”
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