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Treinador destacou a atitude da equipa no jogo e sublinhou a justiça dos três pontos conquistados frente ao Estoril (1-0) Nuno Espírito Santo não poupou nos elogios à equipa no fim do jogo em que o FC Porto recebeu e derrotou o Estoril (1-0) na segunda jornada da Liga NOS. O treinador realçou a atitude “inexcedível” da equipa na procura do golo, que acabou por surgir apenas aos 84 minutos e com a ajuda do apoio do Estádio do Dragão, sublinhou. Foi “uma vitória justa e merecida” e que podia ter tido outros números, caso as muitas oportunidades criadas tivessem sido concretizadas, acrescentou ainda Nuno na conferência de imprensa após a partida deste sábado. Sempre com o golo na mira “A equipa fez tudo o que estava ao alcance, foi inexcedível. Procurou intensamente o golo do primeiro ao último minuto, teve imensas ocasiões, pressionou, esteve alta, sempre à procura do golo. Fiquei muito satisfeito com a atitude dos jogadores e com o apoio do Estádio do Dragão, que mais uma vez respondeu à altura. A verdade é que estava difícil, mas o golo acabou chegar e dar uma vitória boa e merecida. Uma equipa para conseguir êxitos passa sobretudo pela sua fortaleza em casa e nós temos de ser muito fortes no Dragão.” A força é o coletivo “O onze foi escolhido na perspetiva de procurar consolidar a equipa. Mantivemos o equilíbrio defensivo, o Estoril apenas chegou à nossa área, raramente rematou, porque nós recuperávamos a bola rapidamente. Houve um momento de jogo que isso se foi perdendo na segunda parte e a entrada dos dois médios, do Sérgio e do André André, foi no sentido de contrariar essa tendência. O André Silva é mais um, é jovem, está em crescimento e é importante para nós, assim como todos os outros. A força do FC Porto é a sua equipa.” Vitória escassa “A motivação está sempre presente no jogador do FC Porto, e ele sabe que é esse o espírito, o de nunca dar uma bola por perdida. Vencemos com lógica, mas era merecido que tivesse sido por outros números.” A eficácia dos remates “Chegar ao golo é a tarefa mais difícil do futebol. Creio que sendo ela tão difícil tem que ser trabalhada e a equipa trabalhou, jogou por dentro por fora, rematou, fez 25 remates à baliza. Chegámos ao golo com toda a justiça, porque tivemos imensas oportunidades. A equipa continua no seu crescimento sustentado. A falta de eficácia é um motivo de análise, não de preocupação. Estaria preocupado, sim, se não tivéssemos produzido tanto. Mas exijo e desejo mais eficácia.” A Champions na mira “Continuo a dizer que o campeonato é a melhor maneira de preparar o play-off da Champions era conseguir uma vitória no campeonato. Agora sim, temos a segunda mão, é momento de recuperar jogadores, que nesta semana foram sujeitos a um esforço tremendo e estarmos preparados para o jogo, porque estamos vivos.”

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