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Treinador da equipa de andebol do FC Porto abordou o regresso aos treinos coletivos, ainda que com os jogadores divididos por grupos

Magnus Andersson regressou da Suécia na semana passada e vai permanecer em quarentena mais uns dias mesmo depois dos resultados negativos nos testes à Covid-19, mas já fala como se estivesse de volta ao Dragão Arena com a restante equipa técnica e jogadores. Em isolamento social na Invicta, o treinador sueco delegou a orientação dos trabalhos ao adjunto Carlos Martingo, mas já faltou mais para se juntar ao grupo. Enquanto isso não acontece, Magnus Andersson sublinha a importância do regresso aos treinos coletivos, ainda que com os jogadores divididos por grupos e com o trabalho a ser essencialmente físico. O técnico que levou o FC Porto à primeira dobradinha no andebol, em 2018/19, elogia ainda “o nível de organização e de paixão” que existe no clube.

Um regresso por etapas com organização e segurança
“Depois de oito semanas de quarentena penso que será muito bom voltar a ver toda a gente. Vai ser bom reunir a equipa, ainda que de maneira algo diferente, mas o retorno proporciona-nos alguma normalidade ao fazermos alguns treinos em conjunto (mas em grupos pequenos). Vai ajudar a equipa com toda a certeza. O meu primeiro plano é levá-los para a pista para correr, para ativar os músculos. Depois, quero voltar ao Dragão Arena e tratar mais de pormenores técnicos e táticos. O mais importante de tudo é recuperar algo que se perdeu ao longo desta quarentena e será muito positivo este regresso antes das férias, mentalmente será um bónus. Uma vez que o FC Porto nos deu este nível de organização e segurança, tornou-se bastante fácil voltar. Isto mostra o nível de organização e de paixão que há neste clube.”

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