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Jorge Nuno Pinto da Costa manifestou a sua indignação perante a ausência de adeptos na final da Taça de Portugal

Na noite desta quarta-feira, o Presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, marcou presença num jantar com a comissão de apoio à sua recandidatura, onde aproveitou para criticar a proibição que impossibilita os adeptos de marcarem presença na derradeira partida da prova rainha do futebol português. O líder máximo da instituição azul e branca considera ser “inacreditável” a diferença de tratamento do desporto-rei para outras atividades, como a tourada, onde terão lugar corridas “com 50% do público”. Sobre o clássico do próximo sábado, o Presidente portista espera poder oferecer mais um troféu "aos adeptos que infelizmente, e injustificadamente, não podem estar no Estádio Cidade de Coimbra”.

Espírito do Dragão mostrou que o título não estava entregue
“Onde está um portista está um Dragão. E um Dragão tem força, por definição. É um momento no qual tenho muito prazer em confraternizar, porque é gente que trabalha sem qualquer recompensa que não seja a amizade que eu retribuo a todos. Sei que também a têm por mim, o que muito me honra, mas é apenas um convívio informar onde vivemos um feliz, porque o FC Porto acaba, contra tudo e contra todos, depois de ter sido previsto solenemente por um pateta qualquer que o campeonato estava entregue no final da primeira volta, nós demonstrámos, com o espírito do Dragão, todos: treinadores, jogadores, dirigentes e adeptos, que o título não estava entregue e viemos a vencê-lo com todo o mérito.”

Final da Taça será disputada com o espírito de vitória 
“Espero o mesmo do que em todos os jogos em que entramos. Espero vencer. Sabemos que não há nenhuma equipa no mundo, por mais forte que seja, que vença todos os jogos, mas nós esperamos sempre vencer o próximo. O próximo é a final da Taça e vamos disputá-la com esse espírito, para poder oferecer aos adeptos que infelizmente, e injustificadamente, não podem estar no Estádio Cidade de Coimbra. É uma coisa inacreditável. Quando vinha para aqui vi num canal televisivo que vai haver uma tourada com 50% do público, portanto é inacreditável que, para ver espetar facas em animais já se pode ir, mas para ver um jogo de futebol ao ar livre, não pode ir ninguém. Mas estamos em Portugal e manda quem pode, nós não podemos fazer nada.”

Futebol sem adeptos é como um baile sem bailarinos
“Isto estraga a festa do futebol. Uma final da Taça, eu sempre ouvi dizer, desde pequeno, que era a festa do futebol. Mas uma festa sem convidados é como um baile sem bailarinos ou um baile sem orquestra. Falta realmente o sal e a vida ao espetáculo.”

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