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FC Porto bateu o AC Milan (1-0) e colou-se ao Atlético de Madrid no segundo lugar do Grupo B da Champions

Foi mais uma grande noite europeia a que se viveu esta terça-feira no Estádio do Dragão. Num duelo entre dois emblemas históricos da Europa do futebol, relativo à terceira jornada do Grupo B da maior prova de clubes do mundo, o FC Porto recebeu e venceu o AC Milan por uma bola a zero, um resultado que podia ter sido bem mais dilatado em favor dos azuis e brancos. Com este triunfo, os campeões europeus em 1987 e 2004 somam quatro pontos - contra zero dos sete vezes vencedores da competição -, e igualam o Atlético de Madrid no segundo posto do grupo da morte da Champions, comandado por um Liverpool que leva três vitórias noutros tantos jogos.

Sem surpresa, Sérgio Conceição promoveu sete alterações em relação ao onze que havia goleado o Sintrense em Massamá e o primeiro aviso – e que aviso – foi dado por uma das caras novas: num tiro cruzado e de longa distância, Luis Díaz fez tremer o poste e os adeptos transalpinos que se deslocaram à Invicta. Só na primeira meia hora, o FC Porto dispôs de mais uma mão cheia de oportunidades. Primeiro por Pepe, após livre lateral cobrado por Sérgio Oliveira e depois numa tabela entre Otávio e Mehdi Taremi em que o iraniano errou o alvo por pouco. O camisola 9 voltou a ter o golo nos pés ao 23.º minuto, mas uma interceção de Kjaer pelo solo manteve o nulo, e no ataque seguinte o cabeceamento de Taremi passou rente ao arco de Tatarusanu. Porque não há duas sem três, nem três sem quatro, o autor do melhor golo da Liga dos Campeões 2020/21 tentou novamente candidatar-se ao prémio, só que a trivela ao ângulo oposto não levava a medida certa. Até ao intervalo, Otávio voltou a procurar o golo, porém o remate à meia altura saiu com altura a mais.

No regresso para a etapa complementar, Zaidu rendeu o queixoso Wendell e Mehdi Taremi voltou a fazer levantar as bancadas depois de uma diagonal da direita para o meio que culminou num remate canhoto a centímetros do poste esquerdo. Também em zona frontal, Otávio tornou a dispor de nova chance de golo e o mesmo sucedeu com Matheus Uribe que, em terrenos mais recuados, puxou a culatra atrás e disparou rasteiro rente à baliza italiana. Aos 65 minutos o grande apoio da Nação Porto foi finalmente correspondido e o Dragão entrou em erupção. Na sequência de uma jogada sobre o corredor direito, o esférico sobra para Mehdi Taremi que, no chão, toca para Luis Díaz fazer o 1-0. Naquela que é a sua especialidade, o colombiano trabalhou da esquerda para o meio e atirou para o fundo das redes do AC Milan. Praticamente de imediato, Tecatito Corona e Vítor Ferreira entraram para os lugares de Evanilson e Sérgio Oliveira e, qual ponta de lança, Pepe trocou as voltas à defensiva milanista e esteve perto de fazer o segundo. Ao minuto oitenta, Corona foi derrubado por Kalulu dentro da área forasteira, só que Felix Brych mandou seguir e nem o VAR foi capaz de ver a grande penalidade que ficou por assinalar. Numa altura em que os dados da UEFA atestavam a gritante superioridade azul e branca (19-3 em oportunidades de golo e 6-0 em cantos), Toni Martínez substituiu o desgastado Mehdi Taremi e o recém-entrado Zlatan Ibrahimovic arriscou o vermelho ao tocar na cabeça de Mbemba com a sola da chuteira. Até ao término da contenda, Marko Grujic entrou para a vaga de Otávio e os rossoneri dispuseram do primeiro canto no último minuto do tempo de compensação.

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