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Jorge Nuno Pinto da Costa recebeu no Museu o troféu de campeão nacional conquistado pela equipa de hóquei em patins

Depois de uma temporada cheia de sucessos, marcada pelas conquistas da Taça Intercontinental, da Taça de Portugal e, mais recentemente, do campeonato nacional, o plantel de hóquei em patins foi ao Museu FC Porto entregar este último troféu – erguido ontem após uma vitória no quinto jogo da final frente ao Benfica (3-2) – a Jorge Nuno Pinto da Costa.

Após a passagem da taça das mãos do capitão Reinaldo García para as do presidente, Pinto da Costa, como é hábito, discursou para os vencedores do triplete de títulos. O dirigente máximo do clube começou por realçar, em jeito de curiosidade, que o hóquei em patins esteve no Museu “este ano mais vezes do que em outros anos seguidos”, o que “é um bom sinal”, antes de recorrer a uma memória pessoal: “Ontem, vivi um dia de grande emoção com a vossa vitória. Há 60 anos – e nenhum de vós ainda existia –, pela primeira vez, recebia um cartão de dirigente como dirigente da secção de hóquei em patins”. Seis décadas depois, viveu o “impensável” de “estar como presidente a ver uma equipa fantástica com um treinador e diretor excecionais, com um público maravilhoso a proporcionar-me e aos que lá estiveram um grande espetáculo”, tendo sintetizado: “Quando se acredita e se quer, quando estamos todos unidos, tudo é possível e ultrapassável, e a vitória chega”. Após agradecer e saudar todos os presentes, Jorge Nuno Pinto da Costa fez ainda questão de lembrar que “para o ano, há mais coisas para ganhar”.

Jorge Nuno Pinto da Costa
“Comentava há momentos aqui com o vosso diretor, Eurico Pinto, e com o vosso treinador que o hóquei em patins já veio aqui este ano mais vezes do que em outros anos seguidos, é um bom sinal. Ontem, vivi um dia de grande emoção com a vossa vitória. Há 60 anos – e nenhum de vós ainda existia –, pela primeira vez, recebia um cartão de dirigente como dirigente da secção de hóquei em patins e pensar que 60 anos depois, eu ia estar como presidente a ver uma equipa fantástica com um treinador e diretor excecionais, com um público maravilhoso a proporcionar-me e aos que lá estiveram um grande espetáculo, era de facto impensável. Foi muito importante lembrar-me disso porque serviu também para me dar força para continuar nestes tempos difíceis porque, de facto, quando se acredita e se quer, quando estamos todos unidos, tudo é possível e ultrapassável, e a vitória chega. Durante estes 60 anos, tive sempre uma paixão especial pelo hóquei em patins, não só por ter iniciado lá a minha carreira de dirigente no FC Porto, mas porque nela tive grandes amigos e encontrei um dos melhores dirigentes com quem lidei durante os meus 40 anos de presidente, que foi o senhor Ilídio Pinto. Está sempre presente na minha memória quando há vitórias do FC Porto no hóquei em patins. Queria dizer-vos, portanto, que a minha alegria foi, como viram, a de toda a gente no pavilhão. Todos estavam felizes porque sentiam que era merecido, que era uma vitória fruto do trabalho, da dedicação, mas muito fruto de competência. Queria, por isso, saudar-vos a todos. Ao meu amigo Eurico, por todos estes anos de colaboração como dirigente. Ao vosso treinador, com quem desde o primeiro dia senti grande empatia e que algo ia mudar no FC Porto. A todo o staff, ao doutor Sousa, sempre presente e a dar o máximo, que é muito. A vós, atletas, que são quem materializa no campo os sonhos dos vossos dirigentes. Fiquei muito feliz, emocionou-me e entusiasmou-me a forma como todos festejaram a vitória. A todos um grande abraço, muitas felicidades, gozem as vossas férias porque, para o ano, há mais coisas para ganhar.”

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