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Declarações de Francesco Farioli após o Santa Clara 0-1 FC Porto

O FC Porto visitou e venceu o Santa Clara (0-1), no primeiro jogo de 2026, e Francesco Farioli elogiou uma equipa que “criou várias oportunidades, atacou bem num campo complicado frente a um adversário muito organizado, com jogadores rápidos e fortes nas transições” e conseguiu “o melhor resultado num jogo complicado”. Terminada a primeira volta, o técnico italiano lembrou que “a maratona é longa e o caminho ainda vai a meio”, antes de reforçar a importância de “continuar a trabalhar para evoluir” e manter “o espírito, desejo e união” que “têm guiado o grupo até aqui”. 

Vitória merecida
“Conseguimos o melhor resultado num jogo muito complicado. O golo surgiu de um lance de azar do guarda-redes adversário, mas acredito que merecíamos a vitória, porque criámos várias oportunidades e atacámos bem num campo complicado e contra uma equipa muito organizada, com jogadores rápidos e fortes nas transições. Fizemos o nosso jogo e o resultado foi muito importante.”

Todas as bolas contam
“Nos últimos 10 ou 15 minutos, o jogo estava partido, houve muitos duelos e nós defendemos bem a nossa área. Todos os lances são importantes e podem ajudar a trazer o resultado para o nosso lado. Toda a gente teve um papel importante em campo. Tivemos de fazer alterações mais cedo, porque as circunstâncias assim o exigiram. Estivemos bem e a vitória foi merecida.”

49 pontos em 51
“Nós não somos campeões. Temos de entrar em campo como se estivéssemos em desvantagem. Esta mentalidade é muito importante para continuarmos a trabalhar de forma a melhorarmos e sentirmos novamente a satisfação do sacrifício coletivo. É este o espírito que nos tem guiado até aqui e que nos vai continuar a guiar na segunda volta.”

Chave para o sucesso
“É muito importante sentir que toda a gente está comprometida. A atitude dos jogadores que são lançados e a dos que não chegam a entrar é um fator-chave. Tem de existir um desejo coletivo. A maratona é longa e ainda só vamos a meio. Temos de continuar a trabalhar.”

Pausa na competição
“É sempre bom disputar títulos, mas já que ficámos de fora da Taça da Liga, agora temos de aproveitar o tempo da melhor forma. Vamos estagiar cinco dias no Algarve e queremos aproveitar esta oportunidade para trabalhar. Sabemos que não temos muito tempo, mas é mais do que alguma vez tivemos. Temos de aproveitar todos os minutos para trabalhar o nosso espírito, desejo e união, acima de qualquer aspeto tático ou técnico.”

A lesão de Francisco Moura 
“Parece que está escrito na história do futebol. Sempre que estamos desfalcados num setor, parece que os jogadores dessa posição acabam por sofrer problemas. Ainda assim, temos o Martim Fernandes, que hoje esteve muito bem nos dois flancos, e o Kiwior que também pode jogar à esquerda. O Francisco Moura sentiu algumas dores, mas ainda vamos avaliar. Quando ele saiu do campo, não estava com um mau pressentimento, mas no final do jogo voltou a sentir mais dores. Temos dez dias para perceber qual será a melhor solução.”

Melhor arranque de sempre
“Os números são bons, mas quando chegamos ao quilómetro 21 de uma maratona, ainda temos mais 21 para percorrer. A jornada é longa. Fico feliz pelo que temos feito, são números impressionantes, isso é inegável, mas a nossa mentalidade não pode mudar. Vamos aproveitar a próxima semana para trabalhar, melhorar alguns aspetos, recuperar alguns jogadores e integrar o Thiago Silva nos trabalhos. Temos dias atarefados pela frente e não vamos festejar estes números. São boas estatísticas, mas não é suficiente. Vamos continuar a trabalhar com o mesmo desejo.”

O golo de Samu
“Sabemos que o golo surgiu de uma situação muito particular, mas nós protagonizámos várias oportunidades. Podemos discutir se merecíamos ou não marcar, mas estes lances fazem parte do futebol. É importante estar no sítio certo e o Samu estava e soube reagir. Numa temporada tão longa, temos de saber capitalizar todos os momentos. Fizemos uma boa prestação num campo muito complicado. Chegámos à 13.ª folha limpa, o que mostra o nosso desejo de marcar sem conceder. Defendemos com a atitude certa. O Samu ajudou a equipa até aos últimos instantes. Queremos manter esta atitude e este espírito, que é o mais importante.”

Um mês atarefado
“Vamos entrar num ciclo de jogos muito importantes e decisivos para várias competições. Não podemos relaxar. Agora vamos fazer um estágio no Algarve. Queremos trabalhar, sofrer e transpirar. É esta a nossa forma de ser e o comportamento que queremos ter. Nada nos vai demover do trabalho diário.”

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