André Villas-Boas antecipa “um jogo muito difícil” em Nottingham, mas mostra-se “otimista quanto ao futuro”
A segunda mão dos quartos de final da Liga Europa “vai ser um jogo muito difícil”, ainda assim André Villas-Boas espera “manter todos os sonhos vivos” na reta final de “uma época fantástica”. Em entrevista à Marca, o presidente do FC Porto descreve o Nottingham Forest como “uma equipa bem organizada, com muito talento” e mostra-se “otimista quanto ao futuro”: “Oxalá seja uma época de sucesso, é com isso que sonhamos neste sprint final”.
Depois de “um primeiro ano difícil, de transformação, em que o principal foco estava nos aspetos financeiros da instituição”, o FC Porto conseguiu “estabilizar-se na vertente desportiva” e a aposta em Francesco Farioli “foi um grande acerto”. “Estamos na liderança do campeonato, nas meias-finais da Taça de Portugal e nos quartos da Liga Europa. É por isso que renovámos contrato com Farioli. Temos muita confiança no seu trabalho daqui para frente”, afirmou André Villas-Boas em declarações publicadas no principal diário desportivo espanhol.
Convidado a recordar as movimentações nos mercados de transferências, o presidente portista descreve Samu como “uma contratação excecional” e deixa rasgados elogios aos compatriotas Gabri Veiga - que “está a um nível excelente” e "pode jogar o Mundial pela Espanha" - e Borja Sainz, um atleta que “representa o espírito do FC Porto” e “explodiu no Norwich e captou a atenção dos olheiros” antes de “passar por um momento difícil”, mas que “já voltou à melhor forma”. A contratação de Thiago Silva “era uma oportunidade extraordinária” e por isso “foi tudo muito rápido” na mudança do internacional brasileiro para a Invicta, “uma bela forma de encerrar uma história verdadeiramente mágica”.
Questionado sobre a diferença de orçamentos entre os clubes portugueses e ingleses, André Villas-Boas lembrou que “essa brecha está a crescer cada vez mais” e que esses “são desafios difíceis” que “preocupam toda a gente, particularmente a UEFA”: “Há sempre surpresas e vários clubes portugueses continuam na Europa, mas isso é cada vez mais raro. Temos fatores a nosso favor, continuamos a exportar muito talento das academias, o que nos traz estabilidade e competitividade. É difícil, porque a Premier League continua na vanguarda financeira e a La Liga também está muito bem estruturada”.
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